- O STJ isolou a prisão preventiva de Jesus Pedrosa Almeida, membro da Mancha Verde, mantida após ele ser acusado de participação em emboscada que matou um cruzeirense e deixou 15 feridos em outubro de 2024, em Mairiporã (SP).
- O caso ocorreu na Rodovia Fernão Dias, quando palmeirenses interceptaram dois ônibus da organizada cruzeirense Máfia Azul e atacaram com pedras, bolas de bilhar, madeira e barras de ferro; houve incêndio em um dos veículos.
- O Ministério Público paulista acusa Almeida de homicídio qualificado, tanto na forma tentada quanto consumada.
- A defesa pediu habeas corpus, que foi negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo; o STJ recebeu o recurso, mas não concedeu a liminar.
- A análise do mérito do habeas corpus ficará a cargo da Quinta Turma do STJ, com relatoria do ministro Messod Azulay Neto.
O STJ manteve a prisão preventiva de Jesus Pedrosa Almeida, integrante da Mancha Verde, após ele ser acusado de participação em uma emboscada que deixou um morto e 15 feridos em outubro de 2024. A ação ocorreu na Rodovia Fernão Dias, em Mairiporã (SP), contra torcedores do Cruzeiro.
Pedrosa Almeida teve a prisão mantida pelo ministro Luis Felipe Salomão, vice-presidente do STJ. A defesa havia apresentado habeas corpus, que foi negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e levado ao STJ.
Segundo o Ministério Público de São Paulo, palmeirenses interceptaram dois ônibus da organizada cruzeirense Máfia Azul e iniciaram ataques com pedras, bolas de bilhar, madeira e barras de ferro. O uso de material inflamável provocou o incêndio de um dos veículos.
Detalhes do caso
A acusação aponta homicídio qualificado tentado e consumado contra Almeida. O dinheiro de uma emboscada, o planejamento e a participação de outras pessoas ainda são objetos de investigação e deliberação.
Para o ministro Salomão, não há, no momento, ilegalidade ou urgência que justifique liminar, segundo a decisão. O mérito do habeas corpus ficará a cargo da Quinta Turma do STJ, com relatoria do ministro Messod Azulay Neto.
Próximos passos
A Quinta Turma deverá analisar o mérito do recurso para confirmar ou afastar a prisão. A investigação continua, com aogração de possíveis outras prisões ou desdobramentos processuais ligados ao caso.
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