- Deputado federal Rogério Correia (PT-MG) publicou montagem feita por inteligência artificial com Bolsonaro, Daniel Vorcaro e Campos Neto; a imagem foi apagada pelo autor, mas prints continuam circulando.
- Correia escreveu frase associando a imagem à “roubalheira do Banco Master”, gerando revolta nas redes; o jornalista Claudio Dantas defendeu que a postagem merecia nota da comunidade.
- Carlos Bolsonaro (PL) criticou, questionando abertura de inquérito e ações contra quem acusa sem provas; Fabio Wajngarten atacou o PT.
- O Banco Central afirmou não haver indícios de falha de Campos Neto na fiscalização do Banco Master; ao mesmo tempo, houve a prisão de Vorcaro e a liquidação extrajudicial do banco.
- A instituição é acusada de fabricar Cédulas de Crédito Bancário lastreadas em valores reais; BRB também é alvo da investigação, que ocorre sob o guarda-chuva do ministro Dias Toffoli; a Gazeta do Povo solicitou manifestação de Correia.
O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) gerou polêmica ao publicar uma montagem criada por inteligência artificial em seu perfil no X. A imagem mostra Jair Bolsonaro, Daniel Vorcaro e Campos Neto juntos, em tom abraçado, gerando repercussão nas redes.
Correia apagou a publicação, mas capturas de tela da montagem continuam circulando para expressar críticas à atuação do Banco Master. Em tom contundente, o deputado afirmou que a foto retrata irregularidades associadas ao banco.
Reações viram-se de colegas: Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, questionou processos envolvendo investigações e medidas contra fake news; já Fabio Wajngarten criticou o PT, chamando o partido de farsa em postagens relacionadas.
Ao mesmo tempo, não há confirmação de falhas de Campos Neto na fiscalização do Banco Master durante sua gestão, segundo apuração preliminar do Banco Central. Não houve confirmação de responsabilização até o momento.
A notícia sobre a montagem coincidiu com a decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master. A instituição é alvo de investigações por suposta fabricação de Cédulas de Crédito Bancário lastreadas em valores reais, envolvendo executivos da empresa.
Clientes do banco, como o Banco de Brasília (BRB), também são mencionados nas investigações, que ocorrem sob o guarda-chuva de decisões proferidas pelo ministro Dias Toffoli, do STF.
A Gazeta do Povo informou que entrou em contato com Rogério Correia para uma manifestação, mantendo o espaço aberto para resposta. As informações seguem sendo apuradas por diferentes veículos e órgãos competentes.
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