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Toffoli retira sigilo dos depoimentos no caso Master

Toffoli retira sigilo dos depoimentos no caso Master; vídeos liberados pelo STF, mas inquérito permanece sob sigilo até manifestação da PGR

Após pedido do Banco Central, Toffoli retira sigilo dos vídeos dos depoimentos do caso Master. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
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  • O ministro Dias Toffoli retirou o sigilo dos depoimentos de Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa e Ailton de Aquino, liberando os vídeos no sistema do STF.
  • Os depoimentos ocorreram no final de dezembro, a pedido do Banco Central, e o inquérito do caso Master permanece sob sigilo até manifestação da PGR.
  • O relator comentou críticas à condução das investigações e afirmou que os autos da Operação Compliance Zero podem retornar à primeira instância após as investigações serem encerradas.
  • O caso Master estava na 10ª Vara Federal de Brasília e ganhou o STF após o nome do deputado Bacelar ter sido encontrado em documentos durante as apurações.
  • A defesa de Vorcaro havia pedido tramitação no STF, alegando foro privilegiado, e Toffoli decretou sigilo elevado na movimentação dos autos ao assumir o processo.

O ministro do STF Dias Toffoli retirou nesta quinta-feira (29) o sigilo dos depoimentos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central. Os depoimentos ocorreram no fim de dezembro, após pedido do Banco Central. Os vídeos foram liberados no sistema do STF.

O inquérito conhecido como Caso Master segue sob sigilo até que a Procuradoria-Geral da República se manifeste. Toffoli afirmou, em nota, que as investigações podem ter desdobramentos com remessa às instâncias ordinárias após conclusão, desde que não haja nulidades processuais.

A tramitação do Caso Master já tinha motivado discussões sobre foro. Inicialmente estava na 10ª Vara Federal de Brasília, mas ganhou o STF depois que o nome do deputado Bacelar (PL-BA) apareceu em documentos da investigação. A defesa de Vorcaro pediu que o processo seguisse no Supremo.

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