- Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, é considerado foragido pela Justiça após não ser localizado pela Polícia Federal em São Paulo, mesmo com ordem de prisão domiciliar de Moraes.
- Rocha foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a sete anos e seis meses de prisão por organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, no âmbito da tentativa de golpe de 2022.
- A Procuradoria-Geral da República sustenta que ele utilizou dados falsos e manipulou um laudo contratado pelo PL para levantar dúvidas sobre as eleições de 2022, participando de entrevistas para disseminar a ideia de fraude.
- O STF reabriu a investigação envolvendo Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal, no contexto da trama golpista.
Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, é considerado foragido pela Justiça. A Polícia Federal não localizou o investigado neste sábado, mesmo com uma ordem de prisão domiciliar expedida pelo ministro Alexandre de Moraes.
Rocha foi condenado em outubro pela Primeira Turma do STF a 7 anos e 6 meses de prisão por organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, no contexto da tentativa de golpe de 2022.
Segundo a PGR, ele utilizou dados falsos e manipulou informações no laudo contratado pelo PL para levantar dúvidas sobre as eleições de 2022. Mesmo ciente de que eram mentirosos, participou de entrevistas e lives para disseminar fraude.
A decisão do STF abriu a possibilidade de reavaliação de outros envolvidos na trama golpista. Em paralelo, a investigação envolvendo Valdemar Costa Neto, presidente do PL, foi reaberta pelo tribunal para apurar participação no esquema.
Reabertura de investigações
Valdemar Costa Neto é alvo de nova linha de apuração do STF, que avança sobre a estrutura que apoiou a narrativa de fraude eleitoral. A pasta analisa diálogos, contratos e participação de lideranças políticas na organização criminosa.
O caso envolve ainda mensagens e apelos públicos com o objetivo de deslegitimar o processo eleitoral de 2022. As apurações continuam, com prazos e etapas definidas pelas cortes.
Situação atual
A defesa de Rocha ainda não se manifestou publicamente sobre a condição de foragido. A PF segue com diligências para localizar o presidente do Instituto Voto Legal e providenciar cumprimento da prisão domiciliar. As autoridades destacam a gravidade das acusações.
A reportagem mantém o monitoramento sobre novos desdobramentos, já que a linha de investigação pode trazer novos elementos à tramitação do caso e implicações políticas.
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