- Silvinei Vasques foi detido no aeroporto de Assunção, Paraguai, tentando fugir para El Salvador, e foi entregue à Polícia Federal brasileira na aduana da Ponte da Amizade, do lado paraguaio.
- Ele ficará na sede da Polícia Federal em Foz do Iguaçu nesta sexta-feira e deve seguir para Brasília no sábado, para cumprir a pena após a prisão preventiva decretada pelo STF.
- A prisão preventiva foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após a condenação a vinte e quatro anos e seis meses de prisão no processo relacionado à suposta tentativa de golpe após as eleições de dois mil e vinte e dois.
- Vasques era secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de São José, em Santa Catarina, e pediu exoneração do cargo após a condenação.
- O processo envolve a acusação de ordens para operações no Nordeste com o objetivo de impedir a votação de Luiz Inácio Lula da Silva.
O governo do Paraguai entregou Silvinei Vasques à Polícia Federal. O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal foi entregue na noite desta sexta-feira, em Ciudad del Este, fronteira com o Brasil. A prisão ocorreu após Vasques ter sido detido no aeroporto de Assunção, quando tentava seguir para El Salvador.
Segundo apuração inicial, o ex-policial foi transferido pela Aduana da Ponte da Amizade, do lado paraguaio, para a sede da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, no Paraná. Imagens da TV Globo mostram o momento de colocação de algemas e do capuz sendo retirado na viatura.
Vasques passará a noite na sede da PF em Foz do Iguaçu e seguirá para Brasília na manhã de sábado, para cumprir a pena após a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A decisão ocorreu no âmbito de ação penal relacionada à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
O ex-diretor-geral da PRF foi condenado a 24 anos e meio de prisão. A denúncia o envolve em operações no Nordeste com o objetivo de dificultar a votação do então candidato Lula, em 2022, conforme o processo.
Atualmente, Silvinei ocupava o cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de São José, em Santa Catarina. Ele pediu exoneração do cargo logo após a condenação, conforme nota oficial da prefeitura, que agradeceu pela contribuição prestada.
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