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STJ investiga prompt injection em processos

STJ confirma apuração de tentativas de prompt injection, abre inquérito e prevê sanções criminais aos envolvidos

Ministro Herman Benjamin, presidente do STJ. Foto: Lucas Pricken/STJ
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  • O STJ anunciará investigação sobre tentativas de fraude processual por meio de prompt injection (injeção de comando) em documentos.
  • A Corte busca responsabilizar criminalmente os envolvidos e abrirá inquérito policial e procedimento administrativo, com depoimentos de advogados.
  • O tribunal afirma que o sistema de IA generativa do STJ, o STJ Logos, já é capaz de impedir essas tentativas.
  • Caso os fatos sejam comprovados, poderão ser aplicadas sanções processuais aos envolvidos.
  • A prompt injection consiste em inserir comandos ocultos em documentos, como petições ou recursos, para enganar modelos de inteligência artificial.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) abriu uma investigação sobre tentativas de fraude processual por meio da chamada prompt injection, técnica que injeta comandos ocultos em documentos para enganar modelos de inteligência artificial. O objetivo é evitar que esses registros sejam manipulados durante a análise de processos.

Segundo o STJ, o sistema de IA generativa da corte, chamado STJ Logos, já possui mecanismos para bloquear essas ações. Apesar disso, o tribunal planeja certificar os casos nos autos para aplicar sanções processuais aos envolvidos, conforme informou a gestão da presidência.

A presidência do STJ instituiu, ainda, a abertura de um inquérito policial e de um procedimento administrativo relacionado ao tema. Serão ouvidos advogados para apurar responsabilidade criminal e administrativa, mantendo o foco na preservação da integridade do processo.

Medidas e escopo da investigação

A prompt injection envolve inserir instruções maliciosas em documentos comuns, como petições ou recursos, com a finalidade de induzir a IA a ignorar regras de análise. A técnica pode comprometer a interpretação de textos e favorecer uma das partes, caso bem-sucedida.

O STJ destacou que a apuração buscará responsabilizar quem praticar ou facilitar a fraude. A atuação compreende etapas de coleta de depoimentos, análise técnica da natureza das tentativas e aplicação de sanções cabíveis, sem prejulgamentos.

Autoridades ressaltam que a adoção de IA no Judiciário exige controles rigorosos. O objetivo é manter a lisura dos atos processuais e a confiabilidade dos sistemas digitais usados pela corte.

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