- O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, começou a leitura do relatório final com as conclusões das investigações.
- O parecer tem cerca de 4.400 páginas e indica o indiciamento de aproximadamente 220 pessoas.
- A sessão contou com 30 parlamentares presentes, sendo 18 da base do governo e 11 da oposição.
- A CPMI foi criada em 2025 para apurar descontos irregulares em benefícios previdenciários, após apontamentos da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União sobre um esquema bilionário.
- O prazo para leitura e votação do relatório ficou em debate após o STF derrubar a prorrogação; o líder da CPMI informou que o prazo voltou a vencer no sábado, 28.
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, iniciou a leitura do relatório nesta sexta-feira, 27, com a conclusão das investigações. A sessão ocorreu em plenário, com Gaspar apresentando o parecer final. Ao todo, 30 parlamentares estavam presentes, sendo 18 da base governista e 11 da oposição.
Segundo Gaspar, o parecer foi concluído ainda na madrugada, e o documento soma cerca de 4.400 páginas. O relatório indica o indiciamento de aproximadamente 220 pessoas, entre investigados e apontados por irregularidades. A leitura foi iniciada após sustentações orais dos membros.
A CPMI do INSS foi criada para apurar supostos descontos irregulares em benefícios previdenciários, realizados por entidades associativas sem autorização de aposentados e pensionistas. O requerimento foi apresentado em 2025, após apurações da PF e da CGU sobre esquema bilionário de cobranças indevidas.
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