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Conversas com o Irã apresentam bom progresso, diz vice-presidente

Conversa com o Irã avança; EUA dizem estar prontos para retomar ações militares se não houver acordo, após Trump estabelecer prazo de dois a três dias

O vice-presidente dos EUA, JD Vance. Foto: Jim Watson/AFP
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  • O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que as conversas com o Irã estão avançando bem, mas Washington está preparado para retomar operações militares se não houver acordo.
  • As declarações ocorreram horas após o presidente Donald Trump dizer que esteve prestes a ordenar novos ataques contra o Irã e ter dado ao país dois ou três dias para fechar um acordo.
  • Vance disse que o Irã precisa aceitar que não pode possuir armas nucleares.
  • Ele lembrou que, em abril, liderou uma delegação americana ao Paquistão para manter conversas que não resultaram em acordo.
  • O vice-presidente afirmou que existe uma “opção B”, que seria reiniciar a campanha militar, caso não haja acordo.

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que as conversas com o Irã estão avançando, mas Washington está pronto para retomar ações militares caso não haja acordo. A declaração foi feita durante uma coletiva na Casa Branca nesta terça-feira, 19.

Horas antes, o presidente Donald Trump dissera estar à beira de ordenar novos ataques contra o Irã e deu ao país um prazo de dois a três dias para chegar a um entendimento. A fala mostrou alinhamento com a postura de endurecimento diplomático norte-americana.

Vance já havia chefiado, em abril, uma delegação dos EUA ao Paquistão para manter contatos que não resultaram em acordo. O vice-presidente enfatizou que o Irã precisa reconhecer que não pode ter armas nucleares.

Progresso nas negociações com o Irã

Ele informou que o diálogo segue em andamento e que, apesar do avanço, existe a opção B de retomar a campanha militar caso falhem as negociações. O tom foi de cautela e de incentivo a um acordo viável.

O resumo dos trabalhos indica que Washington busca um acordo que imponha limites ao programa nuclear iraniano, sem excluir a possibilidade de uso da força se necessário para evitar danos à segurança regional.

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