- Pelo menos três navios petroleiros iranianos e mais dois de carga, que transportavam produtos de primeira necessidade, cruzaram a linha de bloqueio no estreito de Ormuz sem incidentes, após o anúncio de um acordo entre EUA e Irã driblando as hostilidades.
- As embarcações, que estavam retidas por meses, atuaram na noite desta segunda-feira, segundo a tv pública Press TV.
- Trump afirmou que o passo estratégico começou a se desbloquear com a saída de alguns barcos cargueiros, após o princípio do acordo, cuja ratificação está prevista para sexta-feira, 19 de junho, em Genebra.
- O memorando de entendimento entre Irã e Estados Unidos será assinado em Genebra na sexta-feira, conforme anúncio do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e confirmação de ambas as partes.
Al menos três petroleiros iranianos e dois cargueiros de produtos de primeira necessidade atravessaram sem incidentes a linha de bloqueio naval dos EUA no Estreito de Ormuz. A passagem ocorreu na noite desta segunda-feira, quase 24 horas após o anúncio de um acordo entre Estados Unidos e Irã que prevê cessar hostilidades e reabrir o tráfego marítimo na região.
As informações foram disseminadas por fontes marítimas citadas pela televisão estatal iraniana Press TV. O grupo de navios deixava a área de bloqueio que envolve os golfos Pérsico e de Omã, segundo relato, após meses impedidos de navegar pela medida dos EUA.
Trump afirmou que o corredor de Ormuz já começa a se desbloquear, com a saída de alguns barcos carregados de petróleo. A verificação formal do acordo está prevista para sexta-feira, 19 de junho, em Genebra, Suíça, conforme divulgação do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e confirmação mútua entre as partes.
Contexto do acordo entre EUA e Irã
O memorando de entendimento que será assinado em Genebra foi apresentado como passo inicial para encerrar mais de três meses de conflito na região. Ainda há divergências sobre detalhes do acordo, que permanecem parcialmente desconhecidos.
Desdobramentos regionais
Analistas destacam que, mesmo com o novo acordo, o impacto a longo prazo ainda depende da implementação e da resposta de outros atores regionais. O texto não implica vitória inequívoca para nenhuma das partes.
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