- EUA completaram nova rodada de ataques aéreos no Irã, mirando capacidades militares, sistemas de comunicação e defesa aérea.
- Explosões foram ouvidas em Teerã, Bandar Abbas e outras áreas ao sul, ao longo do estreito de Hormuz.
- Irã respondeu com ataques a Bahrain, Kuwait e Jordânia; o Corpo Imediato de Guardas Revolucionários (IRGC) afirmou ter lançado mísseis balísticos contra um centro de comando dos EUA na Jordânia.
- Kuwait fechou seu espaço aéreo e desviou voos, conforme autoridades de aviação civil.
- O preço do petróleo Brent ficou acima de 93 dólares por barril, acompanhando a escalada do conflito.
No início da manhã, a força aérea dos EUA conduziu uma nova rodada de ataques aéreos contra alvos militares no Irã, após avisos de que Teerã enfrentaria consequências caso as negociações estancadas não avancem. O objetivo foi atingir capacidades de vigilância, sistemas de comunicação e sites de defesa aérea. A ofensiva foi executada pela Força Aérea, Fuzileiros Navais e Marinha dos EUA.
Explosões foram ouvidas nas proximidades de Teerã, no porto de Bandar Abbas e em outras áreas do sul ao longo do Estreito de Hormuz. Em resposta, o Irã lançou ataques contra Bahrain, Kuwait e Jordânia, segundo fontes oficiais iranianas.
Kuwait fechou parte do espaço aéreo e redirecionou voos para aeroportos alternativos, sem detalhar as razões. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã afirmou ter disparado mísseis balísticos contra um centro de comando dos EUA na Jordânia, conforme agência estatal.
O representante iraniano na ONU pediu que Washington abandone ameaças de uso da força para facilitar um acordo. Na região, Israel alertou residentes no norte para buscar abrigo após a detecção de possíveis ataques vindos do Líbano.
O preço do petróleo reagiu ao conflito, com o Brent acima de 93 dólares o barril, marcando alta superior a 25% desde o início do conflito. As informações destacam a escalada militar e suas implicações regionais e energéticas.
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