- Israel bombardearam o sul e o leste do Líbano, deixando ao menos 56 mortos desde o dia anterior.
- O Exército de Israel ordenou o deslacejo de toda a região sul do Líbano, considerada “zona de combate”.
- A orientação é que moradores evacuem para o norte do rio Zahrani, com áreas ao sul do rio sob risco.
- A ofensiva retoma táticas usadas anteriormente, mesmo com um cessar-fogo que não foi encerrado.
- O conflito envolve Hezbolá e ocorre em meio a tensões diplomáticas entre Estados Unidos, Irã, Israel e Líbano.
Israel ordena o desalojo de todo o sul do Líbano, classificando a região como “zona de combate” devido à escalada militar com o grupo Hezbollah. A ofensiva levou milhares de pessoas a deixar suas casas, em meio a bombardeios contínuos.
As forças israelenses realizaram ataques no sul e no leste do Líbano, conforme fontes de segurança. Ao mesmo tempo, o governo libanês e a população acompanham a ameaça de novos bombardeios e a deterioração da situação humanitária.
O anúncio da evacuação, feito pelo comando israelense, recomenda que os residentes do sul cruzem o rio Zahrani, entendido como fronteira interna até o retorno de milícias. A ordem abrange regiões ao sul do rio, incluindo campos de refugiados palestinos.
Em Tiro, maior cidade do sul, moradores relataram pânico após os primeiros ataques de evacuação. Campos de refugiados também foram alvo de ataques, agravando o deslocamento de pessoas que já buscavam abrigo há meses.
O primeiro-ministro Benjamín Netanyahu indicou que a ofensiva seria intensificada, correlacionando a ação aos ataques de helicópteros e drones usados pelo Hezbollah. A mobilização ocorre em meio a negociações diplomáticas entre EUA, Irã e o Governo Libanês.
Desde o início da escalada atual, registram-se ataques a várias comunidades no norte de Israel, com o grupo Hezbollah afirmando não recuar enquanto a ocupação efetiva do território prosseguir. Autoridades locais relatam risco elevado para civis.
A população civil do sul enfrenta incerteza sobre retorno, trabalho e moradia. Diversos residentes deslocados relatam perdas econômicas, interrupção de serviços e interrupção de atividades profissionais, com remanescentes buscando respostas sobre o futuro.
Segundo dados de órgãos de saúde libaneses, a ofensiva resultou em milhares de mortes ao longo de meses de conflito. Organizações humanitárias também registram aumento de demandas por apoio psicológico entre moradores do sul e de áreas afetadas.
Para muitos moradores, a situação segue confusa, com nova ordem de evacuação e ataques em curso. A população permanece vulnerável a deslocamentos forçados e à instabilidade que se estende por semanas de escalada militar.
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