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Rússia intensifica ataques com drones contra ferrovias da Ucrânia

Rússia intensifica ataques com drones às ferrovias da Ucrânia, infraestrutura vital para transporte de pessoas, cargas e tropas, aumentando riscos e deslocamentos

Andrii Hlemba, de 48 años, conduce un tren desde Kiev a Lozova (Jákov), cerca del frente este, el 3 de marzo.
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  • A Rússia intensifica ataques com drones contra o sistema ferroviário da Ucrânia, atingindo estações, pontes e comboios em movimento.
  • Em quatro anos de guerra, foram registrados quase cinco mil ataques e danos a mais de vinte e cinco mil infraestruturas ferroviárias; trabalhadores mortos chegam a mais de mil e feridos a quase três mil.
  • Ukrzaliznytsia moveu cerca de noventa e sete milhões e meio de passageiros nesse período e continua sendo um elo vital para pessoas, cargas e a presença internacional do país.
  • Donos e operários relatam reforço de protocolos de segurança, interrupções em rotas do leste e necessidade de evacuações em voos de alta exposição, como a linha que passa por Lozova.
  • Profissionais da empresa, como a chefe de convôo Iryna Petrushchak e a diretora de estações Nina Zabela, destacam a responsabilidade de manter trens funcionando e lidar com o constante risco de drones.

A Rússia intensificou o uso de drones para atacar a infraestrutura ferroviária da Ucrânia, ampliando o alcance de ataques que já causaram danos a dezenas de milhares de componentes. A ofensiva afeta vias, vagões e estações, com impactos sobre o transporte de pessoas, mercadorias e armamentos.

A Ukrzaliznytsia, operadora ferroviária nacional, afirma ter registrado quase 4.775 ataques desde fevereiro de 2022 e danos a mais de 25 mil estruturas. Ao longo da invasão, mais de mil trabalhadores foram mortos ou feridos, incluindo membros do serviço ativo.

Os ataques são observados com maior violência desde 2022, quando a rede de trens se tornou um eixo estratégico para militares e civis. Em meio a isso, viagens têm sido reorganizadas, com cortes de trechos e mudanças de itinerário para evitar zonas de maior risco.

No terreno, funcionários da Ukrzaliznytsia relatam que a direção de operações monitora em tempo real a ameaça de drones, ajustando decisões como interrupções de viagem ou evacuações quando necessário. O objetivo é manter o fluxo de trens contínuo para a população e para o front.

Contexto e impactos operacionais

A rede ferroviária é descrita pela empresa como a principal via de conexão interna e com o exterior, especialmente durante o fechamento de espaço aéreo. A linha que vai de Kiev a Lozova, no leste, é citada como uma das mais expostas, com interrupções periódicas e necessidade de refugos para passageiros.

Tanto trabalhadores quanto passageiros relatam riscos frequentes, especialmente em estações próximas a zonas de combate. Em Lozova, por exemplo, a via é mantida aberta apesar de danos e quedas de energia, com decisões de gestão de crise tomadas de forma coordinada entre equipes no terreno e centros de comando.

Oleksandr Pertsovsky, CEO da Ukrzaliznytsia, aponta cinco objetivos: manter trens em operação, enfrentar dificuldades econômicas, preservar a força de trabalho, avançar em digitalização e inovação, e manter o papel dos ferrovias como símbolo de resiliência nacional.

Os relatos de trabalhadores enfatizam o desafio humano: manutenção de serviços, atendimento a passageiros, e apoio psicológico a equipes que vivem o dia a dia sob ameaça constante. Nomes de destaque, como líderes de operações, são citados para descrever a responsabilidade envolvida.

Desdobramentos recentes

No leste do país, a linha de Lozova tornou-se rota-chave, com desvios e ajustes para manter a circulação mesmo em áreas sob risco. Em barbas de ataque, foram registradas mortes de passageiros e danos a vagões, alargando a necessidade de medidas de proteção para usuários e funcionários.

A empresa reforça que continua operando com o objetivo de transportar milhares de passageiros diariamente, incluindo militares em trânsito para o front. A gestão ressalta que, apesar do alto custo humano e material, os ferrovias seguem como componente central da mobilidade nacional.

Perspectivas

Especialistas e autoridades reconhecem a persistência da ameaça, com previsões de maior intensidade de ataques na primavera. A Ukrzaliznytsia adianta que continuará investindo em proteção de vias, sistemas de detecção e protocolos de resposta rápida para reduzir impactos.

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