- Irã rejeitou a proposta de cessar-fogo dos EUA recebida via Paquistão e apresentou seu próprio plano de negociação, dizendo que encerrará a guerra apenas quando atender às suas condições.
- O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, afirmou que as propostas foram encaminhadas às autoridades superiores, mas que Teerã não tem intenção de negociar no momento.
- Estados do Golfo duvidam das alegações de negociações; o Catar afirmou que não participa de mediação, nem sabe se há acordo em curso.
- O conflito já deixou mais de mil mortos no Líbano, mais de 1,5 mil no Irã e 16 em Israel, com outras mortes relatadas na Cisjordânia e em estados árabes do Golfo; especialistas alertam para queda no acesso a serviços de saúde.
- Esta é uma história em desenvolvimento; acompanhe o liveblog para atualizações.
Iran rejeita plano de cessar-fogo dos EUA e apresenta negociação própria
O Irã rejeitou a proposta de cessar-fogo apresentada pelos EUA e repassada via Paquistão. Tehran informou que encerrarará o conflito apenas quando suas próprias condições forem atendidas, mantendo as ações militares na região até então. O chefe da diplomacia, Abbas Araghchi, afirmou que as propostas foram encaminhadas às autoridades superiores, mas não há intenção de negociar no momento.
O noticiário estatal iraniano citou um funcionário anônimo dizendo que Teerã não pretende negociar neste estágio, sinalizando continuidade da resistência. Enquanto autoridades do Golfo avaliam a situação, Doha afastou-se de papéis de mediação até o momento, com o porta-voz do governo do Catar afirmando que o reino não participa de negociações, caso existam.
Desdobramentos na região e avaliações de mediação
As perdas humanas aumentam a cada dia, com números conflitantes entre países envolvidos. Organismos internacionais alertam para o colapso do acesso ao atendimento de saúde na região, agravando a crise humanitária. Entre aliados e intermediários, persiste o dilema sobre quem conduz as negociações.
Meta e YouTube: decisão de júri abre indenização de US$ 6 milhões
Uma juria em Los Angeles considerou responsáveis a Meta e o YouTube por projetarem produtos viciosos que geraram dependência em uma jovem usuária, causando danos. A decisão soma-se a um veredicto anterior de US$ 375 milhões, em outro processo nos EUA, por alegações de enganação sobre a segurança das plataformas.
A vítima, hoje com 20 anos, alegou vício em YouTube desde os six anos e Instagram desde os nove, associando a exposição a distúrbios de autoestima e timidez social. O júri dividiu a indenização: Meta pagará 70% e YouTube o restante.
Sobrevivente do caso Epstein critica promessas de justiça
Jena Lisa Jones, sobrevivente do caso Epstein, declarou temer que a justiça não seja alcançada integralmente. Jones, que apoiou Donald Trump em 2024, criticou o uso político do tema e disse ter enfrentado resistência de outros sobreviventes ao falar sobre o assunto.
A defesa afirmou que todos os documentos relevantes já foram tornados públicos, exceto duplicatas, itens com privilégio ou sob investigação federal em curso. As informações completas de processos federais costumam variar conforme o andamento.
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