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Irã atinge centro de energia do Catar e mira alvos na Arábia Saudita

Escalada no Golfo eleva petróleo: Irã atinge Ras Laffan e mira instalações estratégicas, ampliando o risco de interrupções no abastecimento global

Smoke is left in the sky after reported Iranian missile attacks, following strikes by the United States and Israel against Iran, as seen from Doha, Qatar, February 28, 2026. REUTERS/Mohammed Salem
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  • O Irã atingiu o grande campo de gás Pars, no Irã, e o Ras Laffan, no Catar, causando danos extensos à infraestrutura de energia na região.
  • A Arábia Saudita disse ter interceptado quatro mísseis balísticos em direção a Riad e houve uma tentativa de ataque de drones a uma instalação de gás no leste do país.
  • Os preços do petróleo reagiram com alta: o Brent subiu cerca de cinco por cento, acima de US$ 108, e os mercados de ações caíram; nos EUA, o diesel passou de US$ cinco por galão.
  • O Irã listou instalações na região como alvos diretos e ordenou evacuação; o Estreito de Ormuz foi fechado pelo Irã, elevando preocupações sobre o fornecimento global.
  • Reações internacionais incluem o Catar responsabilizando Israel, a União Europeia buscando passagem segura pelo Estreito e esforços diplomáticos para uma solução na região.

O Irã realizou ataques contra alvos de energia na região do Golfo, atingindo o enorme campo de gás Pars e a cidade industrial de Ras Laffan, no Catar. Em resposta, Teerã também disse ter lançado mísseis contra a Arábia Saudita. A escalada ocorreu no contexto de conflitos regionais envolvendo EUA e Israel.

A QatarEnergy informou danos extensos em Ras Laffan, um polo da indústria energética. A Arábia Saudita afirmou ter interceptado quatro mísseis balísticos destinados a Riade e detectado uma tentativa de ataque de drones a uma instalação de gás no leste do país.

Os preços globais de energia reagiram com queda de confiança e elevação de custos. O Brent subiu, passando de US$ 108 o barril, e houve reação negativa nos mercados acionários. A crise também impacta o fornecimento marítimo na região.

Impacto operacional e respostas

O Irã apontou alvos considerados críticos para o petróleo e gás na região, incluindo uma refinaria e um complexo na Arábia Saudita, além de instalações nos Emirados Árabes, Catar e outros pontos do Golfo. As instalações seriam esvaziadas antes de ataques futuros.

Reações internacionais

O Catar culpou Israel pelo ataque, atribuição não reconhecida por Israel ou pelos EUA, e destacou riscos à segurança energética global. Emirados Árabes Unidos e outros países da região também expressaram preocupação. O Irã afirmou que a ofensiva visava alvos estratégicos no Golfo.

Contexto geopolítico

A escalada ocorre em meio a tensões entre EUA, Israel e Irã, com várias declarações de autoridades sobre capacidades de ataque e retaliação. O Estreito de Ormuz, vital para o abastecimento mundial, permaneceu sob tensão, porém sem confirmação de interrupção prolongada.

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