- Irã posicionou cerca de doze minas no estreito de Hormuz, segundo duas fontes familiarizadas com o assunto, o que pode dificultar a reabertura da passagem estratégica.
- As exportações de petróleo e gás liquefeito pelo estreito ficaram praticamente paralisadas pela guerra iniciada há doze dias pelos Estados Unidos e Israel, o que ajudou a elevar os preços globais de energia.
- O comando militar iraniano disse que o mundo deve se preparar para o petróleo chegar a duzentos dólares o barril.
- Uma fonte informou que a maioria das minas já tem localização conhecida, mas não revelou como os EUA planejam agir.
- As forças americanas teriam eliminado dezesseis navios lançadores de minas na terça-feira, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a retirada imediata das minas sob pena de consequências militares.
O Irã colocou cerca de uma dúzia de minas no Estreito de Hormuz, segundo duas fontes familiarizadas com o assunto. A ação, atribuída ao país, complica a possível reabertura do estreito, passagem estratégica para o petróleo e o gás natural liquefeito (LNG).
As exportações de petróleo e LNG pelo estreito, que fica próximo à costa iraniana, foram efetivamente interrompidas desde o início do conflito na região, há 12 dias, envolvendo EUA e Israel. A guerra eleva as cotações globais de energia.
O comando militar iraniano afirmou que o mundo deve se preparar para que o petróleo atinja 200 dólares o barril. Uma das fontes disse que as localizações de grande parte das minas são conhecidas, mas não detalhou como os EUA planejam lidar com elas. CNN informou pela primeira vez a mineração.
Impactos e respostas militares
O Exército dos EUA disse ter alvo-cionado embarcações que lançavam minas, eliminando 16 delas na terça-feira. Entretanto, o Exército americano não confirmou a oferta de escoltas para navios comerciais pelo estreito. A Reuters não cita uma posição oficial sobre a proteção contínua do tráfego.
O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu na terça que o Irã retire imediatamente as minas do estreito, afirmando que enfrentaria consequências militares caso não o faça. Autoridades americanas ressaltam que seguem monitorando a situação e avaliando opções.
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