- A Ucrânia trocou com a Rússia e devolveu 200 prisioneiros de guerra.
- Entre os liberados estão militares capturados durante o cerco a Mariupol, no início de 2022.
- O anúncio foi feito pelo presidente Volodymyr Zelenskiy na quinta-feira.
- Zelenskiy afirmou que cada retorno mostra que o país trabalha para trazer todos de volta e que ninguém fica esquecido.
- Também foi destacada a atuação de mediadores e o apoio dos Estados Unidos para viabilizar a troca.
A Ucrânia anunciou a liberação de 200 prisioneiros de guerra em uma troca com a Rússia, envolvendo tropas capturadas durante o cerco de Mariupol no início de 2022. O anúncio foi feito pelo presidente Volodymyr Zelenskiy nesta quinta-feira, em Kyiv.
Os combatentes retornaram ao território ucraniano em meio a uma operação de troca com mediadores internacionais. A ação acontece após meses de negociações para localizar e repatriar prisioneiros.
Segundo Zelenskiy, os retornos mostram que o país trabalha para trazer todos de volta, sem deixar ninguém para trás. O presidente também agradeceu aos mediadores e aos Estados Unidos pelo apoio na troca.
Mecanismo e participantes
A operação envolveu países e organizações que atuam como mediadores para facilitar o acordo entre Kyiv e Moscou. Não foram detalhados os nomes dos soldados devolvidos nem o formato exato da troca.
Contexto e desdobramentos
A liberação ocorre em meio a um confronto prolongado entre as forças ucranianas e russas. Autoridades locais ressaltam a importância de cada retorno para famílias e comunidades atingidas pelo conflito.
Agradecimentos e próximos passos
Zelenskiy destacou o papel de aliados internacionais na solução do rompimento de conflitos e sugeriu que novas trocas podem ocorrer conforme avanem as negociações. O governo russo não comentou o anúncio até o momento.
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