- A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o Estreito de Ormuz está fechado apenas para navios dos Estados Unidos, de Israel, da Europa e de seus aliados ocidentais, com ameaça de ataques a embarcações desses países caso sejam observadas.
- O estreito tem ficado quase sem tráfego desde o início de uma operação conjunta dos EUA e de Israel contra o Irã, o que provocou elevação nos preços do petróleo.
- No contexto do conflito, um ataque de um submarino norte-americano a um navio iraniano ocorreu próximo ao Sri Lanka, enquanto o presidente dos EUA prometeu teto de segurança e escolta para navios que exportam petróleo do Oriente Médio.
- O Irã tem retaliado ataques contra bases militares apoiadas pelos Estados Unidos na região, aumentando a tensão regional.
- A escalada levou à paralisação do transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz por vários dias, com impactos no fluxo de petróleo e gás do Oriente Médio.
O IRGC, Guarda Revolucionária do Irã, afirmou que o Estreito de Ormuz está fechado para navios dos Estados Unidos, de Israel, da Europa e de aliados ocidentais, em tempos de guerra. A declaração foi veiculada pela emissora estatal IRIB, citando o corpo de defesa iraniano.
Segundo o IRGC, navios pertencentes aos EUA, a Israel, à Europa e apoiadores identificados serão atingidos se observados na região. A medida ocorre em meio a uma escalada de hostilidades no Oriente Médio, associada a operações militares da coalizão liderada pelos EUA.
O estreito tem visto atividade reduzida desde o início do conflito, quando ações de combate entre EUA, Israel e o Irã aumentaram. O Corridor marítimo é vital para o fluxo global de petróleo e gás, elevando pressões sobre mercados energéticos.
Intensificação das tensões na região
No fim de semana, uma operação militar conjunta dos EUA e Israel iniciou ataques contra o Irã. A violência provocou interrupções no tráfego no estreito, agravando a instabilidade no transporte marítimo.
Um ataque de um submarino dos EUA a um navio iraniano ocorreu perto do Sri Lanka, conforme relatos. A ofensiva coincidiu com promessas de segurança e escolta de navios que exportam energia pelo Oriente Médio.
O presidente americano afirmou que fornecerá segurança e escolta naval a navios da região, em resposta às quedas do fluxo de petróleo. A declaração visa reduzir a volatilidade de preços e manter a cadeia de suprimentos, segundo autoridades.
Contexto e desdobramentos recentes
A ofensiva empresarial envolve ataques contínuos entre EUA, Israel e o Irã. Países árabes na região, como Emirados Árabes, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque, foram citados em retaliações iranianas em notas oficiais e divulgações da mídia estatal.
Na véspera, o líder supremo iraniano teriam sido citados como alvo de ataques, e autoridades iranianas anunciaram que o Irã poderia responder de forma contundente. O governo de Teerã descreveu as ações como direito e dever legítimo, ampliando o tom de retórica bélica.
O presidente iraniano declarou que eventuais ações respondidas pelo Irã seriam proporcionais e buscariam preservar a segurança regional. A crise segue com ataques e ameaças mútuas, enquanto o estreito permanece como ponto sensível para o equilíbrio energético mundial.
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