- EUA atacaram o Irã após saber que Israel iria atacar; Marco Rubio disse que foi ação pré-emptiva para evitar maiores baixas, e afirmou que a próxima fase será ainda mais punidora.
- Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a guerra pode levar algum tempo, mas não levará anos nem será uma guerra interminável.
- Donald Trump sinalizou que os ataques dos EUA podem se estender e detalhou quatro objetivos, incluindo destruir mísseis iranianos, a marinha do Irã e impedir que o regime obtenha armas nucleares.
- A embaixada dos EUA em Riad, na Arábia Saudita, foi atingida por drone; o Departamento de Estado pediu que americanos deixem rapidamente várias regiões do Oriente Médio.
- As cifras de vítimas no Irã divergem: a Federação Iraniana de Sociedades de Socorro diz 555 mortos, enquanto o grupo Hengaw aponta ao menos 1.500; os EUA dizem ter atingido mais de 1.250 alvos e seis militares mortos.
O ataque dos EUA contra o Irã ocorreu após a informação de que Israel planejava uma ofensiva, admitida pelo secretário de Estado Marco Rubio. A justificativa inicial foi de ação pré-empativa para evitar retaliação contra forças americanas, segundo Rubio. Ele disse que as próximas ações devem ser ainda mais duras.
Netanyahu sinalizou que a guerra contra o Irã pode levar tempo, mas não será eterna. Em entrevista à Fox News, o premiê afirmou que, embora possa durar, não chegará a anos nem será interminável. A fala contrasta com declarações anteriores de outros líderes.
Mudanças de justificativa dos aliados
O ex-presidente Donald Trump indicou que os ataques podem se estender além do previsto, ampliando o intervalo da ofensiva. Ele listou quatro objetivos: destruir capacidades de mísseis, eliminar a marinha iraniana, impedir que o regime tenha armas nucleares e impedir que o Irã arme milícias fora do país.
Situação no terreno e deslocamentos
A embaixada dos EUA em Riad, Arábia Saudita, foi atingida por um ataque com drone, provocando um incêndio. O Departamento de Estado orienta cidadãos americanos a deixarem mais de uma dúzia de países no Oriente Médio, incluindo Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, por riscos de segurança. Não há evacuações organizadas pelos EUA.
Níveis de tensão e estratégias militares
Apesar de uma ameaça de bloqueio do Estreito de Ormuz, o Comando Central dos EUA informou que o estreito permanece aberto. A Guarda Revolucionária iraniana havia ameaçado “queimar qualquer navio” que tentasse navegar a via. No entanto, autoridades americanas mantêm o trânsito normal.
Realinhamento entre ações israelenses e iranianas
A quiteira israelense anunciou nova rodada de ataques a Teerã, logo após emitir um alerta de evacuação para moradores perto da sede da IRIB. O Exército de Israel afirmou que interceptou uma nova leva de mísseis lançados do Irã, pedindo abrigo a civis em várias regiões.
Balanços e dispositivos de comunicação
Relatórios divergem sobre as perdas civis no Irã. A Sociedade Iraniana de Cruz Vermelha informou ao menos 555 mortos. A Hengaw, ONG com base na Noruega, elevou a contagem para pelo menos 1.500 mortos no dia três, incluindo civis e membros das forças iranianas.
Contagem de baixas e alvos
O porta-voz da Casa Branca afirmou que 49 líderes do regime iraniano teriam morrido nos ataques, incluindo o líder supremo Ali Khamenei. O número de militares dos EUA mortos no Irã subiu para seis, segundo o Pentágono. As forças americanas afirmaram ter alcançado mais de 1.250 alvos desde o início da operação.
Contexto diplomático
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer disse que o governo não apoia “mudança de regime a partir dos céus”, justificando a não participação do Reino Unido nas ações ofensivas contra o Irã. A posição visa manter a legalidade internacional.
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