- Teerã permanece praticamente vazia após bombardeios que começaram no fim de semana, com pontos de controle em várias vias da cidade.
- As autoridades iranianas afirmam que o total de mortos chegou a 787 desde o início dos ataques.
- Rios de relatos indicam cortes de energia, água e internet, aumentando o desespero da população.
- Irmãos e familiares que conseguiram atravessar a fronteira para a Turquia descrevem destruição generalizada na capital.
- Ataques também atingiram uma escola de meninas no sul do país e um hospital em Teerã foi danificado, elevando a tensão entre a população.
Terradização de Teerã: cidades vazias, ruas desertas e pontos de verificação. O ataque com mísseis dos EUA e de Israel deixou a capital iraniana em estado de alerta, com serviços básicos interrompidos e receio de novas ofensivas. Autoridades relatam centenas de mortos desde o início dos bombardeios.
Moradores descrevem quedas de energia, água e internet. Em Teerã, famílias buscam segurança, com planos de deixar o país quando for seguro. Adultos citam destruição de prédios e veículos, além de medo de saques em áreas sem abrigo.
Caminhões de fronteira para a Turquia relatam cidades devastadas na capital e arredores. Relatos indicam que escolas e hospitais foram atingidos, aumentando a pressão sobre serviços públicos e deslocamentos de civis.
Desdobramentos e impactos
Os relatos indicam deslocamentos massivos de cidadãos tentando sair pelo noroeste do país. O governo iraniano informou taxa de mortos próxima a 787, com registros da Cruz Vermelha citados pelas autoridades.
Em outras regiões, drones e mísseis atingem alvos militares e civis, ampliando a tensão com países vizinhos. A comunidade internacional acompanha a escalada, sem sinais de redução imediata das hostilidades.
Em Irã, o levante nacional que marcou o início do ano não foi confirmado nos relatos de hoje, mas a população permanece sob alerta constante. A rede de comunicação permanece instável em várias áreas.
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