- O presidente Donald Trump disse ao New York Post que não descartaria enviar tropas terrestres ao Irã, caso seja necessário, e ameaçou com uma nova grande onda de ataques.
- Trump afirmou, durante entrevistas, que não há “tropas no terreno” de forma definitiva, sinalizando possibilidade de escalada após a ofensiva iniciada no fim de semana.
- EUA e Israel já atacaram centenas de alvos no Irã, incluindo mísseis, a Marinha e centros de comando, segundo relatos oficiais.
- O Irã respondeu com ataques a Israel e a bases americanas na região, além de ações contra alvos em Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos.
- O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que os EUA vão “tão longe quanto for necessário” e não vão seguir regras de enfrentamento consideradas políticas, conforme discurso ligado à operação.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não descartaria enviar tropas terrestres ao Irã se a situação exigir, em meio a uma campanha de ataques iniciada no fim de semana. Ele afirmou ainda, em entrevistas, que uma nova ofensiva de maior escala está a caminho para pressionar o regime iraniano.
Na ofensiva em curso, Estados Unidos e Israel já atingiram centenas de alvos no Irã, incluindo instalações de comando, mísseis e ativos da Marinha. O uso de forças terrestres continua sendo uma possibilidade considerada de alto risco, segundo as declarações do presidente.
Quatro militares americanos morreram e três caças foram abatidos, segundo informações oficiais do Exército dos EUA. O Irã respondeu com ataques de mísseis contra bases israelenses e instalações norte-americanas na região, além de ações contra alvos em Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos.
Desdobramentos e avaliações
Trump indicou que a ofensiva pode se estender além do prazo inicialmente citado, sugerindo que a ofensiva pode durar mais de quatro a cinco semanas. Ele afirmou que já estão adiantados em relação ao cronograma previsto publicamente.
O presidente também reiterou acusações de desenvolvimento de armas nucleares e de mísseis balísticos pelo Irã, embora essas afirmações sejam contestadas por observadores e autoridades internacionais.
Posicionamento das autoridades de defesa
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse que os EUA iriam “tão longe quanto for necessário” para alcançar seus objetivos. Ele destacou a diferença entre esta operação no Irã e intervenções anteriores no Iraque e no Afeganistão, criticando estratégias de construção institucional.
A operação atual envolve coordenação entre Washington e Tel Aviv, com foco em degradar capacidades militares iranianas e, segundo autoridades, impedir ameaças adicionais à região. A situação segue em desenvolvimento e sem confirmações completas sobre controles de combate e duração.
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