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Pentágono diz ao Congresso não haver sinal de ataque do Irã aos EUA

Pentágono diz ao Congresso não haver inteligência de que o Irã planejava atacar primeiro os EUA, mesmo com ataques em curso e baixas entre militares dos EUA

The Pentagon is seen from the air in Washington, U.S., March 3, 2022, more than a week after Russia invaded Ukraine. REUTERS/Joshua Roberts/File Photo
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  • Funcionários disseram à Congressional staff em sessões fechadas que não havia inteligência indicando que o Irã planejava atacar as forças americanas primeiro.
  • Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã atingiram mais de mil alvos, com relatos de danos a navios iranianos e à liderança do país.
  • As briefings ressaltaram que mísseis balísticos e forças de apoio regionais representavam ameaça iminente, mas não havia confirmação de ataque preventivo iraniano.
  • Os democratas criticaram a ação como uma “guerra por opção” e questionaram o fundamento para abandonar negociações de paz, segundo fontes.
  • Três militares dos EUA morreram e cinco ficaram feridos grave; a operação já envolve várias semanas de confrontos, segundo o Comando Central dos EUA.

O Pentágono informou ao Congresso, em briefings fechados neste domingo, que não há inteligência indicando que o Irã planejava atacar as forças americanas em primeiro lugar. A afirmação foi feita a partir de fontes ligadas ao governo.

Os relatos destacam que, no sábado, os Estados Unidos e Israel lançaram ataques de grande escala contra o Irã, com dezenas de alvos atingidos e navios iranianos atingidos. Autoridades reforçam que a ofensiva visa impedir o programa nuclear e conter mísseis, além de neutralizar ameaças aos aliados.

Pelos briefings, não houve evidência de ataque iraniano prévio. Em contrapartida, as autoridades ressaltaram o papel de mísseis balísticos iranianos e de forças proxy na região como riscos para interesses norte‑americanos.

Detalhes dos desdobramentos

Os assessores informaram que as operações continuam há semanas e que a condução dos ataques envolve alvos subterrâneos e instalações de mísseis, com uso de bombardeiros estratégicos.

Foi acrescentado que a narrativa oficial anterior de que o Irã poderia agir preventivamente não foi corroborada pela inteligência disponível. A comunicação com legisladores enfatiza a ameaça regional, não uma ordem de agressão específica.

Três militares dos EUA foram mortos durante a ação, e cinco ficaram gravemente feridos, segundo o Comando Central dos EUA. Outros relatos apontam ferimentos leves entre as tropas.

Contexto público e avaliação

As autoridades destacaram que o conflito já resultou em mais de mil alvos atingidos no Irã. A opinião pública americana apresentou divergências, com pesquisas indicando parcela de apoio às ações e descontentamento entre outros setores.

As informações disponíveis mostram uma ofensiva contínua, sem indicação de conclusão rápida, com monitoramento internacional e respostas de aliados ainda em discussão. As autoridades reiteram o objetivo de neutralizar ameaças e reduzir capacidades iranianas.

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