- Trump gravou vídeo afirmando que é provável que haja mais mortes de militares dos EUA antes de o conflito com o Irã terminar.
- Centcom informou que três membros das Forças Americanas morreram e cinco ficaram gravemente feridos, com outros ferimentos menores; as identidades ainda não foram divulgadas.
- Os ataques conjuntos EUA-Israel contra o Irã foram descritos como uma ofensiva maciça, atingindo centenas de alvos, incluindo instalações da Guarda Revolucionária.
- Trump afirmou que o Irã pode ter armas nucleares, embora não haja evidência credível de que o país esteja desenvolvendo esse armamento.
- O Reino Unido autorizou o uso de bases britânicas para ataques defensivos contra o Irã, visando proteger vidas britânicas no contexto da escalada.
Donald Trump divulgou neste domingo um novo vídeo no qual afirma que haverá mais mortes de militares dos EUA antes de o conflito com o Irã terminar, após ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã.
O presidente disse que as perdas devem ser respeitadas e pediu orações pela recuperação de cinco_to_ser avaliados feridos. Também classificou o regime iraniano como agressor e acusou o Irã de guerrear contra a civilização.
Conflito e balanço militar
A Centcom, sediada em Tampa, Flórida, informou, às 9h30 (ET), que três combatentes norte-americanos morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos nas ações, que o Pentágono chama de Operação Epic Fury. Não houve divulgação de locais específicos.
Segundo a Centcom, houve ainda ferimentos leves não fatais em militares adicionais, com alguns retornando ao serviço. O órgão ressaltou que as operações continuam e que as informações sobre identidades serão liberadas 24 horas após notificação às famílias.
Rompimento com a narrativa de Trump
Em discurso editado de seis minutos, divulgado inicialmente na Truth Social, o exército americano é apresentado como capaz de enfrentar o Irã por meio de ataques a alvos estratégicos, incluindo instalações da Guarda Revolucionária.
O ex-presidente declarou que o Irã não pode possuir armas de longo alcance que permitam coagir o mundo. Afirmou que a resposta dos EUA deve ser definitiva e que o regime deve se manter sob controle para impedir ações futuras.
Reação internacional e geopolítica
A Guarda Revolucionária iraniana ameaçou uma ofensiva intensa contra bases israelenses e americanas, incluindo alvos no Bahrein e nos Emirados Árabes. A situação envolve múltiplos países na região e próximas respostas militares.
Ontem, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, autorizou o uso de duas bases britânicas para ataques defensivos limitados contra alvos iranianos, argumentando proteger vidas britânicas diante da escalada.
Contexto e próximos passos
Trump disse que a ofensiva conjunta EUA-Israel foi uma das maiores já realizadas e que centenas de alvos foram atingidos na configuração iraniana, com ênfase em instalações da Guarda Revolucionária e defesa aérea. Não há confirmação independente dos números.
O tom do discurso sinaliza uma possível prolongação do conflito, com Eduardo sobre a duração estimada variando entre semanas, segundo declarações de Trump à imprensa britânica. A situação permanece em evolução e com informações ainda sendo atualizadas pelas autoridades.
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