- O ataque a uma escola primária de meninas em Minab, no sul do Irã, ocorreu na manhã de sábado.
- A agência Mizan informou que o saldo de mortos subiu para 148, com 95 feridos.
- A escola fica ao lado de um acampamento das Forças da Guarda Revolucionária Islâmica.
- A ofensiva liderada pelos EUA e Israel é citada como a de maior gravidade até o momento, com autoridades locais comentando sobre o impacto humano.
- A imprensa internacional enfrenta restrições para verificar o local, e Malala Yousafzai pediu justiça e responsabilização.
O saldo de um ataque com mísseis a uma escola primária de meninas, no sul do Irã, aumentou para 148 mortos e 95 feridos, conforme a mídia estatal iraniana. A escola fica em Minab, cidade do sul do país, e o alvo foi atingido na manhã de sábado.
Segundo a agência Mizan, órgão oficial do judiciário iraniano, o número de mortos subiu após o atendimento às vítimas. A reportagem cita Ebrahim Taheri, promotor de Minab, como fonte dos dados atualizados.
O ataque é descrito pela imprensa iraniana como o pior episódio de baixas até o momento na campanha de ataques liderada pelos EUA e Israel contra o Irã. Vídeos e imagens mostram edifício parcialmente colapsado, fumaça e equipes de resgate trabalhando entre escombros.
O incidente ocorreu próximo a um quartel das Forças Revolucionárias Islâmicas, segundo relatos locais. Autoridades de saúde iranianas confirmaram ferimentos e ressaltaram a complexidade de socorro em área de conflito.
O porta-voz do Comando Central dos EUA afirmou que o país está ciente de relatos de danos civis decorrentes das operações militares em curso e está avaliando as informações. A divulgação é dificultada por restrições de imprensa no Irã.
Apesar das limitações, a imprensa internacional continua a coletar informações mediante fontes oficiais. Em nota, a Nobel da Paz Malala Yousafzai ressaltou a importância de proteger estudantes e responsabilizar atores sob o direito internacional, sem citar nomes.
O Ministério da Saúde do Irã não comentou detalhes adicionais sobre o número de vítimas, mantendo o foco na assistência às famílias afetadas. As autoridades locais ainda não informaram os passos para apuração ou responsabilização.
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