- Netanyahu afirmou que a ofensiva contra o Irã será intensificada, com avance no coração de Teerã nos próximos dias.
- As ações de Israel e dos Estados Unidos, iniciadas no sábado, já deixaram centenas de mortos e feridos, incluindo 153 meninas mortas e 95 feridas em uma escola em Minab.
- A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã anunciou ataque contra território israelense e contra pelo menos 27 bases americanas na região.
- Netanyahu reconheceu o custo humano do conflito, citou ataques a Tel Aviv e Beit Shemesh e chamou os dias de dolorosos, desejando rápida recuperação aos feridos.
- Ele disse ter mantido reunião com o ministro da Defesa, o chefe do Estado-Mior e o chefe do Mossad, e ordenou a continuidade da campanha, mencionando a morte do aiatolá Ali Khamenei e a cooperação com os Estados Unidos e o presidente Donald Trump.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo que a ofensiva militar contra o Irã, iniciada no último sábado, será intensificada. Segundo ele, as forças avançam no coração de Teerã com intensidade crescente.
Ele explicou que os ataques conduzidos pelos EUA e por Israel já causaram centenas de mortos e feridos. Entre as vítimas, o Ministério da Educação do Irã informou a morte de 153 meninas e 95 feridos em um bombardeio a uma escola na região sul de Minab.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) reagiu anunciando o lançamento de ataques contra o território israelense e contra até 27 bases americanas na região do Oriente Médio. Netanyahu reconheceu o custo humano do conflito para a população de Israel e citou ataques a Tel Aviv e Beit Shemesh.
Dados e desdobramentos
Em rede social, Netanyahu afirmou ter participado de reunião com o ministro da Defesa, o chefe do Estado-Maior e o chefe do Mossad e informou instruções para a continuação da campanha. A comunicação também mencionou a morte de um líder iraniano considerado pelo governo israelense como figura central do regime.
Aliança e objetivo
O premiê enfatizou a mobilização das Forças de Defesa de Israel, destacando a cooperação com os Estados Unidos e o presidente americano, visto como aliado. A mensagem transmite objetivo de manter a existência do país no médio prazo, segundo a leitura oficial.
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