- A CIA acompanhou por meses os movimentos do líder iraniano Ali Jameneí para identificar o momento certo de atacar.
- Ao confirmar que Jameneí participaria de uma reunião com a cúpula em Teerã, os EUA avisaram Israel, que bombardeou o edifício.
- A operação, chamada Furia Épica, resultou na morte de Jameneí e de membros próximos da liderança; Trump afirmou ter estimado 48 mortos, sem apresentar provas.
- O bombardeio aconteceu de manhã, com os aviões partindo de Israel às 6h locais e lançando pelo menos trinta bombas por volta das 9h40.
- A Casa Branca divulgou imagens do presidente e do alto escalão acompanhando o operativo, destacando o impacto regional e as possíveis consequências políticas internas.
O ataque conjunto entre EUA e Israel matou Ali Jameneí, líder supremo do Irã, durante uma operação planejada por meses. A ação ocorreu em Teerã, após a CIA monitorar Jameneí e reconhecer um encontro dele com a cúpula do regime. As bombas atingiram um complexo governamental no período da manhã local.
Segundo relatos, a reunião decisiva ocorreu num centro de poder em Teerã, com a participação de altos oficiais do regime. A ofensiva foi anunciada pelo governo dos EUA como parte da operação denominada Furia Épica, que resultou na morte de dezenas de líderes iranianos conforme informações divulgadas por fontes anônimas de ministérios de defesa.
A Casa Branca informou ter acompanhado o desenrolar do ataque em tempo real, exibindo imagens de Trump e da equipe de crise em diferentes cenários. O presidente declarou que havia candidatos para suceder Jameneí, sem detalhar quem eram, e indicou que todos estavam mortos.
Desdobramentos do ataque
A ofensiva ocorreu pela manhã, com aviões israelenses partindo de Israel às 6h locais e permanecendo no ar cerca de 160 minutos até as 9h40. O objetivo era surpreender a liderança iraniana durante a reunião, segundo fontes ouvidas pela imprensa.
Informações adicionais apontam que o ataque envolveu tecnologia de inteligência, incluindo o uso de ferramentas de uma empresa de IA, e contou com apoio de parceiros regionais. A colaboração gerou controvérsia e abriu questionamentos sobre o enquadramento legal e as consequências regionais.
Participantes e contexto regional
Entre os presentes na reunião que culminou na operação estariam o comandante do Corpo de Guardas Revolucionários, Aziz Nasirzadeh, o chefe do Conselho Militar, Ali Shamkhani, o comandante da força aeroespacial, Majid Mousavi, e o vice-ministro de Inteligência, Mohammad Shirazi. A lista completa de mortos não foi oficializada pela autoridade iraniana.
O ataque intensificou a tensão na região, com Estados Unidos e aliados avaliando próximos passos. Em Washington, várias imagens oficiais foram divulgadas para documentar o andamento da operação, que não contou com autorização formal do Congresso, segundo relatos públicos.
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