- A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, disse que não faz sentido os EUA tomarem Groenlândia e pediu que Donald Trump pare as ameaças.
- A posição foi apoiada por líderes regionais, incluindo Alexander Stubb, Kristrún Frostadóttir, Jonas Gahr Støre e Ulf Kristersson.
- O primeiro-ministro de Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, classificou os comentários de Trump como inaceitáveis.
- Trump manteve a defesa de que Groenlândia deveria tornar-se parte dos Estados Unidos, citando segurança nacional.
- Na Ucrânia, ao menos duas pessoas morreram em ataques russos; houve quedas de energia e dois aeroportos na Polônia fecharam temporariamente.
A frase de ordem é clara: a Dinamarca pediu que os EUA deixem de fazer ameaças sobre a Groenlândia. O primeiro-ministro Mette Frederiksen afirmou que o território não pode ser disputado nem anexado por qualquer país. A mensagem foi endossada por líderes regionais.
O tema ganhou rapidamente respaldo de Finlandia, Islândia, Noruega e Suécia, que classificaram as falas de Trump como inaceitáveis. O governo de Greenland também criticou as declarações como desrespeitosas e sem fundamento. As declarações repercutiram na Europa.
Simultaneamente, em Kyiv, ataques russos na última noite deixaram ao menos duas mortes, segundo a AFP. Incêndios e quedas de energia atingiram partes da Ucrânia, com sistemas de reserva ativados para manter água e aquecimento em temperaturas de até -8 °C.
Polônia registrou o fechamento temporário de dois aeroportos na fronteira com a Ucrânia, enquanto o país monitorava novas ações russas. As interrupções aéreas ocorreram durante o monitoramento de ataques na região oeste da Ucrânia.
No cenário externo, o presidente dos EUA confirmou repetidas vezes a tese de que a Groenlândia poderia integrar os Estados Unidos, criticando a Dinamarca. A Casa Branca indicou que a conversa sobre o tema deve seguir em breve, sem data definida.
Reações e contexto internacional
Além do embate diplomático, a situação na Europa mergulha em uma série de eventos já complexos, com impactos potenciais sobre segurança regional e alianças. O governo dinamarquês reiterou seu posicionamento de neutralidade frente a mudanças no estatuto da Groenlândia.
A crise acena para uma nova fase de negociações entre as partes envolvidas, com expectativa de desdobramentos políticos nos próximos dias. Enquanto isso, autoridades europeias buscam manter o foco na estabilidade regional e na segurança de fronteiras.
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