- Mali e Burquina Fasso anunciaram banimento de viagem para cidadãos dos EUA em retaliação a medida equivalente anunciada pela administração Trump.
- As declarações foram divulgadas pelas pastas de Relações Exteriores das duas nações na terça-feira, em nome da “reciprocidade”.
- A decisão dos EUA, anunciada em 16 de dezembro, amplia a lista de países com proibição de entrada e entra em vigor no dia 1º de janeiro.
- Mali afirmou que a decisão de Washington foi tomada sem consulta prévia e que a justificativa não condiz com a realidade no terreno.
- Niger já havia anunciado, em 25 de dezembro, que não emitiria vistos a cidadãos dos EUA; Chad já havia suspendido vistos em junho após entrar na lista anterior.
BAMAKO, 31 de dezembro (Reuters) – Mali e Burkina Faso anunciaram a imposição de uma proibição de viagem para cidadãos dos EUA, em represália a uma medida equivalente anunciada pela administração Trump.
As duas Ministérias das Relações Exteriores disseram agir em nome da reciprocidade, após o White House informar, no dia 16 de dezembro, que países com deficiências de checagem, seleção e compartilhamento de informações seriam alvo de veto completo.
Mali informou que a decisão de incluir o país na lista de vistorias foi tomada sem consulta prévia e que a justificativa apresentada não corresponde aos acontecimentos no terreno.
Burkina Faso também comunicou a medida sem detalhar critérios adicionais.
Contexto regional
- Niger já havia sinalizado, em 25 de dezembro, que não emitiría vistos a cidadãos dos EUA.
- Em junho, o Chad revelou suspensão de vistos para norte-americanos após inclusão na lista de países afetados pelo veto.
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