- A Rússia afirmou, sem apresentar evidências, que drones atacaram a residência de Putin na região de Novgorod, dizendo que a defesa aérea abatou 91 drones durante a noite.
- Lavrov descreveu o ataque como terrorismo de Estado e disse que alvos de retaliação já teriam sido escolhidos; não houve danos nem baixas nem imagens divulgadas.
- O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, representado por Andrii Sybiha, afirmou que não há evidências plausíveis e classificou a alegação como manobra para justificar ataques futuros e sabotar as negociações de paz.
- Sybiha mencionou que Emirados Árabes, Índia e Paquistão expressaram preocupação com um ataque que, segundo ele, nunca ocorreu.
- No dia anterior, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, reuniu-se com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Florida, para discutir um plano de paz de vinte pontos; Trump ressaltou que ainda há questões difíceis, inclusive sobre território, a serem acertadas.
O Ukraine acusou a Rússia de divulgar uma mentira ao alegar que drones atacaram a residência oficial de Vladimir Putin na região de Novgorod, no noroeste da Rússia. O governo ucraniano informou que não houve ataque comprovado nem evidências apresentadas.
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, disse em rede social que Moscou ainda não apresentou provas plausíveis do ataque. Ele classificou a alegação como tática de provocação para justificar novos ataques e dificultar negociações de paz.
Sybiha pediu cautela com relatos de países como Emirados Árabes, Índia e Paquistão, que teriam manifestado preocupações sem confirmações oficiais. Segundo ele, houve histórico de acusações que não correspondem a ações verificadas.
As declarações russas vieram depois de o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, anunciar que 91 drones de longo alcance teriam sido neutralizados durante a madrugada. Não houve danos nem vítimas nem imagens que comprovassem o ataque.
Lavrov afirmou que potenciais retaliações já estavam definidas, em resposta ao suposto ataque. A Rússia não apresentou fotos ou registros independentes para corroborar a versão.
A notícia coincide com a visita do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy aos Estados Unidos, onde manteve reunião de quase três horas com o presidente Donald Trump, em Florida, para discutir um plano de paz com cerca de 20 pontos.
Após o encontro, Zelenskiy e Trump disseram que houve avanços, mantendo a continuidade das negociações. Trump ressaltou que ainda existem questões difíceis, incluindo sobre território, que deverão ser discutidas no processo.
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