- Raphael: Sublime Poetry, no Metropoltian Museum of Art, em cartaz até 28 de junho.
- Greater New York 2026, MoMA PS1, exposição quinquenal com mais de 150 obras, até 17 de agosto.
- Marcel Duchamp, Museu de Modern Art, mostra com 300 obras, até 22 de agosto.
- Whitney Biennial 2026, Whitney Museum of American Art, mostra de 56 artistas, até 23 de agosto.
- New Humans: Memories of the Future, New Museum, exposição em cartaz após expansão de 82 milhões de dólares, em andamento.
Raphael, Duchamp, Duchamp, Duchamp. A temporada de exposições em Nova York reúne mostras de peso durante o Frieze New York, com foco em artistas consagrados e novas vozes. O conjunto passa por museus como Met, MoMA PS1, Brooklyn Museum, Jewish Museum, El Museo del Barrio, além de espaços independentes, em diferentes bairros da cidade. A programação se estende até o meio do ano, com mostras que abrangem séculos de produção e diversas abordagens críticas.
Raphael e a historicidade da Madona
No Met, a exposição Raphael: Sublime Poetry fica em cartaz até 28 de junho. A mostra reúne 237 obras que percorrem toda a carreira do mestre renascentista, com empréstimos de instituições como Louvre e Uffizi. A curadoria busca ampliar o contexto social e histórico da maternidade, indo além das Madonas idealizadas.
Greater New York 2026 permanece no MoMA PS1 até 17 de agosto
O MoMA PS1 destaca 53 artistas e coletivos locais em sua sexta edição quinquenal, celebrando a arte das cinco regiões da cidade. A mostra reúne mais de 150 obras em fotografias, pinturas, desenhos, instalações e performances, sem tema único, apenas a voz de artistas da região.
Sophie Rivera em retrospectiva no El Museo del Barrio
Sophie Rivera: Double Exposures traz a primeira retrospective da fotógrafa porto-riquenha, com foco em sua atuação na diáspora latina em Nova York. A exposição destaca a experimentação e a militância política da artista, que combinou retratos com propostas visuais inovadoras.
Marcel Duchamp em foco no MoMA
O MoMA apresenta uma exposição com cerca de 300 obras, o que marca a primeira retrospectiva de Duchamp nos EUA em cinquenta anos. A mostra repassa o percurso do artista por meio de leituras cronológicas, incluindo readymades e releituras que revelam a singularidade de sua prática.
How Asian Is It? no Milton Resnick and Pat Passlof Foundation
A mostra reúne 12 abstraçãoistas afro-asiáticos-americanos, destacando a diversidade de identidades na prática abstrata. O texto curatorial aponta a negociação com o espaço e o vazio como parte essencial da composição.
Joan Semmel: In the Flesh no The Jewish Museum
A seleção de quase 50 obras da própria Semmel, ao lado de 16 pinturas, esculturas e fotografias de outros artistas, investiga beleza, agência e autoperspectiva. A mostra funciona como linha do tempo da atuação feminina na arte, enfatizando o empoderamento e a expressão corporal.
Iris van Herpen: Sculpting the Senses no Brooklyn Museum
A exibição reúne mais de 140 looks de haute couture, com uso de impressão 3D e materiais inusitados. O destaque fica para a colaboração com biodesign e biolumentes, que transformam corpo e espaço expositivo.
Whitney Biennial 2026 no Whitney Museum
A edição deste ano reúne 56 artistas, duos e coletivos, explorando o tema da identidade norte-americana e o impacto do poder dos EUA no exterior. A curadoria privilegia abordagens sutis a políticas, deixando espaço para questionamentos prolongados.
New Humans: Memories of the Future no New Museum
Após expansão de 82 milhões de dólares, o novo espaço abriga mais de 200 artistas, com obras contemporâneas e referências históricas. A curadoria busca criar uma geometria entre o presente e os anos 20, discutindo tecnologia e regimes políticos.
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