- O artista norte-americano Jordan Roth apresentou uma performance na Bienal de Veneza, no Palazzo dei Fiori, no dia sete de maio.
- A apresentação ocorreu em parceria com o Visionaries Circle do Performance Space New York e contou com a presença de importantes nomes da cena de arte, como Scott Rothkopf e Kristin Hjellegjerde.
- Roth rasgou gravuras vinílicas do polímata Irene di Spilimbergo presas a um vidro com moldura dourada, reconfigurando-as em colagens.
- A intervenção foi acompanhada por música clássica, que permeou a performance.
- Segundo o projeto, o artista e as obras se fundem dentro da moldura, fazendo da musa e do artista uma única peça.
- Anteriormente, Roth ganhou atenção no Met Gala, onde foi apresentado como “escultura viva”.
O artista norte-americano Jordan Roth apresentou uma performance improvisada durante a Bienal de Veneza, no Palazzo dei Fiori, em 7 de maio. Roth, multi‑disciplinar, realizou a peça após ter sido presença no Met Gala como uma “escultura viva”. O ato ocorreu em meio a um ambiente de cenário renascentista.
A apresentação foi organizada em parceria com o Visionaries Circle, grupo de patronos do Performance Space New York. Entre os presentes estavam figuras de peso do circuito de arte internacional, como Scott Rothkopf, diretor do Whitney Museum, e a galerista britânica Kristin Hjellegjerde.
Durante a performance, Roth desmontou e recompôs vinis impressos do século XVI de Irene di Spilimbergo presos a um vidro com moldura dourada. Ele reposicionou os fragmentos, transformando-os em colagens acompanhadas por música clássica.
O projeto sugere uma fusão entre museu, artista e obra, com a descrição oficial apontando que o artista, ao ficar dentro da moldura, une visão e criação. A ação chamou a atenção da plateia presente no Palazzo dei Fiori.
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