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Retrospectiva de Lee Ufan faz parte de eventos colaterais da Bienal de Veneza 2026

Retrospectiva de Lee Ufan, que percorre sete décadas, integra 31 eventos paralelos da Bienal de Veneza, marcando o 90º aniversário do artista

Lee Ufan, *Relatum,* formerly *Iron Field*, (1969/2019).
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  • Retrospectiva de Lee Ufan será um dos 31 eventos colaterais da Bienal de Veneza, abrindo no San Marco Art Centre, com foco em sua trajetória de sete décadas.
  • A curadoria é de Jessica Morgan, diretora da Dia Art Foundation, que destacará a evolução do artista desde o fim dos anos sessenta até os dias atuais.
  • A mostra percorre séries como From Line, Wind e Correspondance, destacando a relação entre pintura e movimento ao longo dos anos.
  • O conjunto também reúne esculturas importantes, incluindo Relatum (antigo Iron Field) de sessenta e nove/2019, e a instalação Mirror Road, com placas de aço polido.
  • Paralelamente, Dia Beacon, em upstate New York, recebe uma exposição com pinturas e esculturas doadas por Lee Ufan à Dia Art Foundation, em diálogo entre períodos diferentes da obra.

A retrospectiva de Lee Ufan, que celebra sete décadas de carreira, deve abrir no San Marco Art Centre e figurar entre 31 eventos colaterais da Bienal de Veneza 2026. O anúncio foi feito hoje, em paralelo à abertura oficial da mostra principal, que ocorre de 9 de maio a 22 de novembro.

A curadoria fica a cargo de Jessica Morgan, diretora da Dia Art Foundation, com sede em Nova York. A exposição percorre a trajetória do artista desde os anos 60, destacando sua atuação no movimento Mono-ha. A mostra propõe um percurso pelos ciclos de pintura, escultura e instalação.

Morgan explica que a exposição oferece uma visão do desenvolvimento de Lee Ufan, desde séries como From Line e Wind até as obras Correspendance, finalizando com pinturas novas de grandes gestos e profundidade dimensional inédita para o artista. Relatum, peça emblemática, integra a apresentação.

Entre as obras, encontra-se Relatum (1969/2019), da Dia, um monte de areia com dezenas de barras de ferro dispostas à mão, que forma um relevo quase paisagístico. Também está prevista a instalação Mirror Road, com placas de aço polido que simulam caminhar sobre a água.

Paralelamente, uma exposição de pinturas e esculturas de Lee Ufan será inaugurada no Dia Beacon, em upstate Nova York, em maio. O conjunto inclui oito pinturas doadas pelo artista à Dia Art Foundation, que dialogam com a escultura. Morgan ressalta a importância do conjunto de doações.

Morgan destaca ainda a versatilidade de Lee Ufan, que transita com desenvoltura entre pintura, escultura e instalação. A curadora enfatiza a consistência de experimentação ao longo das décadas, sem abrir mão de um fio condutor.

Outros eventos colaterais em Veneza

Além da retrospectiva de Lee Ufan, a programação de collateral inclui propostas da Escócia e do País de Gales, com a dupla Davide Bugarin e Angel Cohn Castle representando a Escócia, e Manon Awst com Dylan Huw pela Wales.

Um destaque é a instalação a céu aberto Nabatele, da artista ucraniana Anna Kamyshan, flutuando na lagoa veneziana e financiada por Leonard Blavatnik. O projeto é citado como ponto de interesse da programação.

A Fundação Pinchuk, de Kyiv, mantém plataforma no Bienal com a mostra Still Joy — from Ukraine into the World, apresentada no Palazzo Contarini-Polignac. Uma exposição sobre Gaza abre no Palazzo Mora, promovida pelo Palestine Museum US.

Outra linha envolve a Parasol Unit, que reabre em Veneza com uma mostra coletiva de 11 mulheres artistas da Ásia Central e zonas orientais, incluindo Huma Bhabha do Paquistão e a falecida Farideh Lashai do Irã, em ACP–Palazzo Franchetti, de 9 de maio a 31 de outubro.

Além disso, o ciclo If All Time Is Eternally Present apresenta Projeções de vídeo no Palazzo Nervi Scattolin, com 2 Lizards, de 2020, uma série de vídeos animados de Meriem Bennani e Orian Barki. O projeto inclui obras de Tai Shani e Kandis Williams.

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