- Ex-número seis do mundo e campeã de Wimbledon em dois mil e vinte e três, Marketa Vondrousova afirma que nunca se dopou, colaborou com as investigações e foi suspensa até junho de dois mil e trinta.
- Nos últimos sete meses, a atleta diz ter vivido momentos de incerteza, medo e exaustão, com impactos na saúde mental.
- Ela manteve atualizadas as informações de localização e afirma que todos os testes realizados durante a investigação e ao longo da carreira deram negativo.
- A publicação recebeu mensagens de apoio de várias jogadoras do circuito, entre elas Linda Noskova, Karolina Muchova, Ons Jabeur, Paula Badosa, Sloane Stephens e Eva Lys.
- Vondrousova ainda não deixou claro se vai recorrer ao Tribunal Arbitral do Esporte (CAS); a ITIA permite recursos por parte da atleta e dos órgãos envolvidos.
Atenção ao caso de dopagem envolvendo a tenista Marketa Vondrousova. A ex-número 6 do mundo e campeã de Wimbledon em 2023 confirmou a suspensão imposta pela ITIA e destacou que colaborou com as investigações. Ela afirmou que nunca se dopou e que manteve todos os controles antidoping em dia durante o processo.
Vondrousova descreveu os últimos sete meses como os mais difíceis de sua vida, enfrentando incerteza, medo e exaustão ao aguardar a decisão de um tribunal independente. Ela relatou impactos significativos em sua saúde mental e mencionou que precisou expor aspectos de sua vida privada durante as apurações.
A campeã afirmou ter cumprido todas as obrigações como atleta, mantendo informações de localização atualizadas para controles e apresentando resultados negativos em todos os testes realizados. Ela disse agir conforme a própria consciência ao longo de sua carreira e durante o processo.
Apoio de colegas
A mensagem de apoio veio de várias jogadoras do circuito feminino, entre elas Linda Noskova, Karolina Muchova, Clara Tauson, Anett Kontaveit, Ons Jabeur, Paula Badosa, Sloane Stephens, Katie Boulter e Eva Lys. As atletas ressaltaram solidariedade e encorajamento à jogadora.
Mesmo com o tom emocionado, Vondrousova não confirmou se vai recorrer ao CAS. A suspensão vigora até junho de 2030, e a atleta ainda pode contestar a decisão conforme as regras da ITIA, tanto por ela quanto pelos órgãos envolvidos. O desfecho permanece incerto.
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