- Draper, britânico de 24 anos, teve contusão óssea no cotovelo e ficou meses sem competir após Wimbledon.
- Em entrevista ao The Athletic, ele disse que a recuperação foi exaustiva e a dor, debilitante.
- O processo durou mais do que o esperado, mas hoje ele afirma ter deixado o sofrimento para trás.
- Durante a pausa, trabalhou na transição, voleios e no saque, buscando maior precisão e mudanças de postura.
- O atleta ressaltou que o período fora ajudou na adaptação mental e na retomada do ritmo de competição.
Draper sofreu uma lesão óssea no cotovelo e ficou afastado de competições por meses após Wimbledon, em plena temporada. No Indian Wells, ele aparece entre os melhores do primeiro semestre de 2025, tentando recuperar o ritmo perdido.
O britânico de 24 anos explicou à imprensa que o período de recuperação foi mais longo do que o esperado e que a dor tornou o retorno desafiador. Em sua visão, a fase foi exaustiva tanto física quanto mentalmente, exigindo adaptação a uma nova realidade.
A ida aos seguintes estágios do processo não foi apenas de recuperação. Draper aproveitou o tempo para trabalhar aspectos técnicos e táticos, especialmente na transição de jogo, nos voleios e no saque, buscando maior precisão e uma postura que proteja o cotovelo.
Recuperação e ajustes técnicos
Foi enfatizada a importância do ganho de consistência nas repetições, com o objetivo de aumentar a confiança nos golpes. O jogador mencionou que a pressão de sacar passou a exigir menos velocidade inicial, mas mais controle, para favorecer o braço esquerdo em treinos e partidas.
Além disso, Draper focou em ajustes de posicionamento e postura para sustentar o esforço físico necessário durante as partidas. O objetivo é recuperar a agressividade com responsabilidade, mantendo a saúde do cotovelo como prioridade.
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