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Júlia, do Tijuca, retorna aos jogos após ter sido baleada

Júlia Azevedo volta ao Tijuca após ser baleada; entra no fim do primeiro set, pontua e simboliza o retorno da capitã da base diante do Minas

Júlia Azevedo defende o Tijuca na Superliga feminina de vôlei (Foto: Thiago Porthix)
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  • Júlia Azevedo, oposta do Tijuca, voltou a jogar na noite de sexta-feira após ter sido baleada em 23 de novembro de 2025.
  • Ela entrou na reta final do primeiro set e, na primeira bola que recebeu, já pontuou para o Tijuca.
  • Foi a primeira vez que a jogadora entrou em quadra desde o ataque; anteriormente havia sido relacionada, mas não entrou.
  • A partida, válida pela 16ª rodada da Superliga Feminina, terminou com vitória do Minas sobre o Tijuca, repetindo parciais de 18/25, 15/25 e 14/25.
  • O Tijuca ocupa a penúltima posição da tabela, em luta contra o rebaixamento.

Júlia Azevedo voltou a defender o Tijuca na Superliga feminina de vôlei após ser baleada em uma tentativa de assalto ocorrida em 23 de novembro de 2025, nas proximidades do clube. Em partida realizada na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, a oposta entrou no fim do primeiro set e abriu o placar para o Tijuca, que perdeu para o Minas por 3 a 0.

O duelo ocorreu fora de casa, com o Tijuca cabeça de chave em campo. Minas venceu com parciais de 18/25, 15/25 e 14/25, mantendo o Tijuca na penúltima posição da tabela, na luta contra o rebaixamento.

Júlia havia sido relacionada na partida anterior contra o Sesc RJ Flamengo, mas ficou fora da quadra. Nesta sexta, entrou na reta final do primeiro set e marcou na primeira bola que recebeu, sinalizando retorno às quadras após o afastamento médico.

O episódio de 23 de novembro envolveu o pai de Júlia, Marcos Azevedo, vice-presidente de esportes olímpicos do Tijuca, e três assaltantes que abordaram o veículo do casal na região da Conde de Bonfim, em direção à Henry Ford. Um projétil atingiu as costas de Júlia, que recebeu atendimento no Hospital Municipal Souza Aguiar e teve alta no mesmo dia, sem complicações clínicas graves.

Marcos relatou que o projétil passou a 1 mm da coluna da filha, não atingiu a medula nem órgãos, e que a recuperação exige afastamento temporário do vôlei, com a perspectiva de retorno ainda mais forte.

A atleta, capitã da base e destaque da equipe, segue bem e aguardará novas oportunidades na competição. O Tijuca permanece em busca de recuperação na tabela, visando melhorar a posição ao longo da temporada.

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