- Lelê, liberta de vinte e dois anos, foi capitã líbero da seleção brasileira de base, primeira da posição a receber o posto na categoria sub‑21.
- O sonho atual da atleta é vestir a camisa da seleção principal, mantendo os pés no chão e seguindo um caminho de trabalho e paciência.
- Em dois mil e vinte cinco, ela deixou o Fluminense para se transferir ao Tijuca, principal reforço da equipe na temporada 25/26, a primeira da história da equipe na Superliga A.
- O Tijuca luta contra o rebaixamento, ocupa o penúltimo lugar, mas está a quatro pontos do oitavo colocado, buscando vantagem para os playoffs.
- Lelê é torcedora do Botafogo, tem carinho pelo Fluminense e inspirações em Fabi (inspiradora antiga) e, recentemente, Camila Braít, com quem já enfrentou em partidas.
Lelê, 22 anos, vem se destacando no voleibol brasileiro como líbero e titular da base do Fluminense. Foi capitã da seleção brasileira sub-21, marco que só passou a ser reconhecido com o tempo diante das mudanças regulatórias.
Na relação com a seleção de base, o histórico mostra conquistas como ouro no Pan-Americano sub-23 e no Sul-Americano sub-20. Hoje, o sonho é vestir a camisa da seleção principal, com passos cautelosos e foco no presente.
A mudança para o Tijuca, em 2025, marcou a estreia da líbero na temporada 25/26 da Superliga A. O clube treina para melhorar o entrosamento numa equipe que ocupa a penúltima posição e busca vaga nos playoffs.
Transferência e contexto
O Tijuca chega de um momento de aprendizado, com Lelê adaptando-se a um grupo de jogadoras que atuam juntas pela primeira vez na competição.
Na relação com o Fluminense, Lelê mantém vínculo forte, mas revela torcedor ativo do Botafogo. A admiração pela história do clube convive com o carinho pelo rival histórico do Tricolor.
Inspirações e referências
Desde jovem, Lelê teve Fabi como inspiração. Hoje enfrenta ídolos em quadra, incluindo Camila Brait, com quem já compartilhou registro nas redes, destacando admiração pela trajetória e pela pessoa.
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