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Hino nacional é executado por bateria e jovens ritmistas na final do Rio Open

Final do Rio Open terá Hino Nacional executado por bateria de jovens ritmistas sob regência de Pretinho da Serrinha, unindo esporte e cultura

Ensaio para o hino nacional (Foto: Eduardo Hollanda/ LIESA)
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  • A final do Rio Open 2026, no domingo pós-Carnaval, terá a execução do hino nacional pela bateria de crianças e jovens ritmistas de escolas de samba, regida por Pretinho da Serrinha, com participação de Miguelzinho do Cavaco.
  • O ensaio da apresentação ocorreu na segunda-feira, 26 de fevereiro, na Cidade do Samba, antecipando a emoção do momento na decisão.
  • O formato em batida de bateria amplia o peso emocional e o clima de expectativa para o match decisivo.
  • A diretora geral do Rio Open, Marcia Casz, destaca que a edição une esporte e cultura, aproveitando o cenário de Carnaval para valorizar a cidade.
  • Ao longo dos anos, o hino já teve participação de artistas como Iza, Seu Jorge, Fernanda Abreu, Julia Mestre, Agnes Nunes e a Orquestra da Maré, fortalecendo a ligação entre o torneio e a cultura local.

O Rio Open 2026 reserva um momento especial para a final: a execução do hino nacional pela bateria de crianças e jovens ritmistas de escolas de samba, sob regência de Pretinho da Serrinha, com participação de Miguelzinho do Cavaco. O evento ocorre no domingo da decisão, após o Carnaval, na cidade do Rio de Janeiro.

O ensaio preparado ocorreu nesta segunda-feira, 26, na Cidade do Samba, já revelando a carga emocional do ritual. A apresentação em formato de bateria promete ampliar o impacto coletivo e criar a atmosfera de tensão típica do momento decisivo do torneio.

Segundo Pretinho, conduzir o hino na final representa uma honra e simboliza a ponte entre cultura, esporte e formação de jovens talentos. Miguelzinho do Cavaco descreve o momento como marcante e motivador para os adolescentes envolvidos.

Participação de jovens ritmistas e regência

A iniciativa reúne 21 jovens ritmistas, acompanhando o jovem Miguel do Cavaco, reforçando a fusão entre samba e esporte no Rio Open. A escolha busca estimular sonhos e abrir caminhos para os talentos envolvidos, conectando comunidade e evento internacional.

Marcia Casz, diretora geral do torneio, destaca que a coincidência com o Carnaval valoriza a celebração, unindo cenário esportivo e cultura da cidade. A organização aponta que o hino já se tornou referência da identidade local no torneio.

Histórico do hino no Rio Open

O hino tem sido marca registrada do Rio Open, fortalecendo a relação entre o torneio e a cultura brasileira. Além de Pretinho e Miguelzinho, já passaram pelo palco artistas como Iza, Seu Jorge, Fernanda Abreu, Julia Mestre e Agnes Nunes, entre outros.

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