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Jackie Silva analisa o vôlei de praia mundial e Brasil precisa se arriscar

Jackie Silva afirma que o Brasil precisa se arriscar no vôlei de praia para retomar a liderança mundial, com as mulheres à frente no cenário atual

Jackie Silva no Prêmio Brasil Olímpico 2025 (Foto: Alexandre Loureiro/COB)
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  • Jackie Silva analisa o cenário atual do vôlei de praia e afirma que o Brasil precisa se arriscar e voltar a ser referência mundial.
  • No Mundial de vôlei de praia de 2025, o masculino não teve brasileiros no top três; Evandro e Arthur chegaram às quartas de final, com ouro, prata e bronze indo para equipes suecas e francesas.
  • Entre as mulheres, quatro duplas brasileiras chegaram ao top cinco, com Carol e Rebecca vencendo o bronze; a Eslovênia foi campeã e os Estados Unidos ficaram com a prata.
  • No ranking mundial de 2025, o feminino brasileiro lidera com Carol e Rebecca, seguidas por Thâmela e Vic; Duda e Ana Patrícia também aparecem no Top 5.
  • Para Los Angeles 2028, Jackie diz que o vôlei feminino está mais preparado e tem mais chances no momento, destacando a diferença entre Olimpíadas (evento único) e o Circuito Mundial (várias etapas).

O ex-jogadora Jackie Silva analisa o panorama do vôlei de praia e afirma que o Brasil precisa se arriscar mais para retomar a liderança mundial. Em entrevistas recentes, ela destaca a evolução de seleções europeias, especialmente suecas e norueguesas, e reforça a necessidade de o Brasil retornar ao papel de referência no esporte.

Segundo Jackie, o crescimento mundial ficou evidente no Mundial de vôlei de praia deste ano, com o vôlei masculino brasileiro fora do top 3. Evandro e Arthur foram os representantes mais longe, chegando às quartas de final; a final ficou 100% europeia, com a França no pódio e a seleção da Eslovênia campeã.

No feminino, o Brasil encerrou o ano no topo do ranking mundial do circuito Volleyball World, com a dupla Carol e Rebecca liderando. Thâmela e Vic ocuparam a segunda posição, e Duda com Ana Patrícia fecham o top 5. Jackie ressalta a diferença atual entre pares masculinos e femininos no país.

Sobre Los Angeles 2028, a ex-jogadora adotou tom cauteloso. Ela aponta que as Olimpíadas exigem aproveitamento de uma semana específica, diferente do circuito mundial, que soma pontos ao longo de várias etapas. Segundo ela, o vôlei de praia feminino tem maiores chances de chegar mais preparado à chave olímpica, em comparação com o masculino.

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