Carlos Alcaraz venceu Jannik Sinner na final de Roland Garros, em um jogo histórico. Ele estava perdendo por dois sets e conseguiu reverter a situação, salvando match-points no quarto set. O jogo foi o mais longo da Era Aberta do torneio. O treinador de Alcaraz, Juan Carlos Ferrero, elogiou a força mental do jogador, que sempre acreditou na vitória, mesmo quando a situação parecia difícil. Durante o quarto set, Alcaraz enfrentou três match-points enquanto sacava em 3/5 e 0-40. A energia da torcida também foi importante para o desempenho de Alcaraz, ajudando-o a jogar melhor.
Paris (França) – A final de Roland Garros, realizada no último domingo, ficou marcada como uma das mais memoráveis da história do tênis. O espanhol Carlos Alcaraz fez uma impressionante recuperação ao vencer Jannik Sinner, atual número 1 do mundo, após estar dois sets abaixo e salvar match-points no quarto set.
O jogo, que se tornou o mais longo da Era Aberta do torneio, destacou a resiliência de Alcaraz. Seu treinador, Juan Carlos Ferrero, elogiou a capacidade do atleta de enfrentar situações adversas. “Ele nasceu para jogar nesse tipo de situação”, afirmou Ferrero, que, apesar da pressão, viu seu pupilo superar desafios significativos.
Durante o quarto set, Alcaraz enfrentou três match-points seguidos enquanto sacava em 3/5 e 0-40. Ferrero admitiu que, em um momento, duvidou da possibilidade de vitória, mas ressaltou que Alcaraz sempre acreditou em sua capacidade de vencer. “O que ele fez não foi nada fácil”, comentou o treinador, destacando a importância da força mental em momentos críticos.
Conexão com a torcida foi um fator crucial para o desempenho de Alcaraz. Ferrero observou que a energia do público na Philippe Chatrier impulsionou o jogador a mostrar seu melhor tênis. “Ele se conectou com a torcida, e isso o ajudou muito”, concluiu o treinador, evidenciando a importância do apoio da plateia em grandes torneios.
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