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Altos custos para ver a Copa nos EUA levam marcas a investir em eventos no Brasil

Com ingressos caros para a Copa nos EUA, marcas impulsionam fan fests e festivais no Brasil, ampliando alcance e consumo no país

Noite de abertura da Casa CazeTV em São Paulo: projeto mistura transmissão ao vivo, criação de conteúdo, ativações de marca e shows no pós-jogo. (Foto: Jorge Alexandre)
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  • Em 2026, torcedores brasileiros podem acompanhar a Copa do Mundo por meio de Fan Fests, eventos paralelos e festivais no país, como alternativa aos ingressos caros e às passagens.
  • Arena Ibirapuera, a Arena Brasileira, espera entre 130 mil e 200 mil visitantes em 11 datas, com 33 artistas confirmados e 24 patrocinadores; ingressos para a estreia contra Marrocos estão quase esgotados.
  • Em São Paulo, a Fan Fest no Vale do Anhangabaú tem capacidade para 35 mil pessoas e entrada gratuita; na Praia de Copacabana, até 10 mil pessoas podem acompanhar o evento com ingressos livres (limite de dois por CPF).
  • Ginga é o maior formato nacional, presente em 15 cidades e Miami, com transmissão, shows e espaço expositivo; patrocinadores incluem Budweiser e iFood, entre outros.
  • Casas temáticas também ganham força, como a Casa CazéTV no Parque Villa-Lobos e no Píer Mauá, com transmissão, conteúdo e shows; Arena Nº1, da Ambev, combina ingressos gratuitos com opções backstage e integrações com a Volkswagen.

Nesta edição da Copa do Mundo 2026, marcas investem em festas e festivais no Brasil diante dos altos custos para acompanhar a seleção nos EUA. Fan fests, festivais e eventos paralelos ganham força como alternativa viável.

A ideia é ampliar a presença brasileira em estádios e em espaços de convivência, com estruturas gigantes e line-ups de artistas. Comunidades de cidades brasileiras criam opções acessíveis, com ingressos gratuitos ou de baixo custo, para milhares de torcedores.

Grandes festivais ganham espaço

Em São Paulo, a Fan Fest no Vale do Anhangabaú tem capacidade para 35 mil pessoas e entrada gratuita, com controle de acesso. Na Praia de Copacabana, estrutura para até 10 mil pessoas oferece três telões e shows com ingressos livres.

No Parque do Ibirapuera, Arena Brasileira retorna com ampliação da estrutura para atender entre 130 mil e 200 mil visitantes em 11 datas confirmadas. O evento reúne 33 artistas e patrocínio ampliado, com Ivete Sangalo no lineup da estreia.

A Ginga, com a Budweiser como patrocinadora principal, chegará a 15 cidades brasileiras, além de Miami. O formato combina transmissão das partidas em arenas com shows e espaços expositivos sobre a história da seleção.

A Casa CazéTV, no Parque Villa-Lobos e no Rio de Janeiro, funciona como hub de conteúdo com transmissão ao vivo, shows e ativações. O elenco inclui MCs e artistas locais, com patrocínios de Coca-Cola, Mercado Livre, Visa e Itaú.

A Arena Nº1, promovida pela Ambev, atua em cinco cidades (Salvador, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre e Recife). A distribuição de ingressos é híbrida, com 80% gratuitos via Sympla e 20% vendidos como backstage com open bar.

Operação e objetivos

A Arena Nº1 prioriza delimitação de área e segurança para proteger as ativações das marcas. A Volkswagen participa com ações temáticas e brindes, reforçando a conexão entre futebol e entretenimento.

Pacotes de patrocínio cresceram ao longo do tempo, acompanhando a expansão do formato. A cobertura midiática envolve a TV Globo, com links ao vivo de transmissões diretamente das arenas.

Perspectivas para o público

A projeção é de que parte significativa da torcida brasileira encontre opções de lazer e consumo mais acessíveis que assistir aos jogos em estádios nos EUA. O aumento de eventos nacionais busca manter o engajamento durante a Copa.

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