- A KeSPA divulgou a lista de convocados da Coreia para os Jogos Asiáticos de 2026, com ausência notable de Kiin, top laner da Gen.G.
- O CEO da Gen.G, Arnold, comentou publicamente sobre a seleção, criticando os critérios usados pela KeSPA Cup para a convocação.
- Segundo Arnold, a seleção se baseou em “métricas individuais detalhadas” e não em desempenho coletivo estável; ele questiona o que Kiin faria para melhorar esses números.
- O texto divulgado apresenta a ideia de que Kiin prefere abrir mão de sua própria vantagem para favorecer o time, aceitando counterpick para beneficiar os demais colegas.
- Os Jogos Asiáticos de 2026 acontecerão entre 19 de setembro e 4 de outubro, em Aichi-Nagoya, no Japão; a programação específica do LoL ainda não foi divulgada.
A KeSPA divulgou a lista de convocados para os Jogos Asiáticos 2026, mas houve uma ausência de peso: Kiin, top laner da Gen.G. O tema ganhou destaque após comentários do CEO da Gen.G, Arnold, sobre os critérios usados pela KeSPA Cup para a seleção da Coreia do Sul.
Arnold publicou uma defesa contundente das escolhas da organização, apontando que as métricas consideradas vão além de resultados individuais. Segundo ele, o draft, o encaixe da rota e o impacto no desempenho de companheiros costumam rotacionar números em diferentes direções conforme a composição do time.
De acordo com o CEO, a dinâmica de jogo favorece quem movimenta a equipe como um todo, em vez de privilegiar números individuais. Ele afirmou que Kiin, ao priorizar o coletivo, acaba abrindo espaço para o desempenho de outros companheiros, o que nem sempre fica refletido nas métricas utilizadas.
Os Jogos Asiáticos 2026 ocorrerão entre 19 de setembro e 4 de outubro, com a cidade japonesa de Aichi-Nagoya como sede. A competição manterá o LoL como modalidade de esports, mas a programação específica ainda não foi divulgada.
O evento chega após a temporada em que Kiin se destacou como um dos principais nomes da região, tornando a ausência dele ainda mais discutida entre torcedores e veículos especializados. A crítica pública de Arnold reforça o debate sobre critérios de avaliação na seleção nacional.
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