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Tempestade solar pode atingir a Terra após megaerupção solar, alerta a NASA

Erupção solar classe X8.1 gera ejeção de plasma com impactos esperados entre quinta e sexta-feira, incluindo interrupções em rádios, redes elétricas e navegação

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Material lançado pelo Sol após erupção atingirá a Terra
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  • Erupções solares de classe X, incluindo a de intensidade X8.1, foram registradas pela NOAA com origem na mancha solar AR 4366, e o material ejetado deve atingir a Terra entre 5 e 6 de fevereiro.
  • Os impactos devem ocorrer com fraca intensidade, conforme previsão da Nasa, podendo afetar comunicações, redes elétricas, sinais de navegação e representar risco para astronautas.
  • Também é esperada a ocorrência de auroras boreais devido às explosões solares.
  • A mancha AR 4366 tem aproximadamente dez vezes o tamanho da Terra e permanece ativa, com 21 erupções de classe C, 38 de classe M e cinco de classe X desde 30 de janeiro.
  • Observadores destacam que a sequência de várias erupções fortes em poucos dias é incomum e está relacionada ao ciclo solar, que dura em torno de onze anos.

Pelo menos cinco erupsões solares de grande porte foram registradas pela Nasa em menos de três dias, todas associadas à região ativa AR 4366. A explosão mais intensa foi classificada como X8.1 e gerou ejeção de material solar em direção à Terra. A NOAA confirmou o potencial de impactos.

A NOAA informou que o material ejetado pode chegar ao planeta entre os dias 5 e 6 de fevereiro. Os impactos devem ser de fraca intensidade, mas podem interferir em comunicações de rádio, redes elétricas e sinais de navegação. Astronautas também podem ficar em risco.

A Nasa ressalta que auroras boreais são esperadas em latitudes mais baixas que o usual. A região ativa AR 4366 tem, de acordo com o astrônomo Thiago Gonçalves, do Observatório do Valongo, da UFRJ, cerca de 10 vezes o tamanho da Terra e permanece ativa.

Desde o surgimento da mancha, em 30 de janeiro, já ocorreram 21 eruções de classe C, 38 de classe M e 5 de classe X, todas associadas à mesma região. A sequência de explosões começou no domingo (1º de fevereiro).

AR 4366 e a atividadeSolar

A mancha AR 4366 é o foco das erupções. A NASA e a NOAA monitoram a evolução, com expectativa de novas explosões caso o campo magnético permaneça instável. A energia liberada pode afetar satélites em órbita ao redor da Terra.

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