- Savage, peça sobre a ascensão de Paul O’Grady a tesouro nacional, terá premiere mundial no Curve Theatre, em Leicester, no próximo fevereiro, antes de leitura no West End.
- Danny Beard, vencedor do RuPaul’s Drag Race UK, viverá O’Grady; a produção conta com o apoio do viúvo Andre Portasio.
- A peça foca os anos que antecederam a popularidade na televisão britânica, incluindo o período de crise da aids, e as visitas de O’Grady a pacientes em hospital.
- O dramaturgo Jonathan Harvey afirma que a peça mostra a influência de O’Grady para as novas gerações de drag queens e a história por trás da era.
- A produção encerra com a aposentadoria de Savage em 2005, e sugere que O’Grady, já com 67 anos, continuaria a ganhar visibilidade com novos projetos, como um programa para a Boom Radio.
Savage, a peça sobre a ascensão de Paul O’Grady a ícone nacional, estreia em fevereiro no Reino Unido. A peça acompanha os primeiros passos do apresentador, de cuidador a Lily Savage, até chegar à televisão de horário nobre, com o apoio do viúvo de O’Grady, Andre Portasio.
Danny Beard, vencedor de Drag Race UK, interpretará O’Grady. O elenco retrata a trajetória de O’Grady através de anos marcados pela crise da Aids, pela atuação subversiva de Lily Savage e pela consolidação como personagem nacional do entretenimento.
A produção é desenvolvida com apoio de Portasio e tem estreia mundial marcada para o Curve Theatre, em Leicester, em fevereiro, com planejamento de seguir para o West End de Londres. A peça é de Jonathan Harvey, conhecido por obras como Beautiful Thing.
O que a peça aborda
Savage foca nos anos anteriores à consolidação de O’Grady na televisão britânica, incluindo momentos de resistência durante a crise da Aids e episódios de confrontação com a polícia em raids em locais de encontro LGBT. O enredo mostra a dedicação de O’Grady a pacientes com Aids, incluindo visitas a hospitais para oferecer apoio aos doentes.
Harvey descreve a relação entre o texto e a memória de O’Grady, destacando a importância de expor às novas gerações a herança de figuras como Lily Savage. O dramaturgo afirma ter recebido aprovação de O’Grady para o conteúdo do roteiro antes de sua morte.
A narrativa encerra com a aposentadoria de Savage em 2005, quando a personagem diz ter trocado o drink favorito por uma vida religiosa. O texto sugere, porém, que a carreira de O’Grady continuaria a prosperar, com novos projetos no rádio e na televisão.
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