- SESI, em parceria com o CN‑SESI e o Ministério da Saúde, realiza o Dia D de Vacinação da Indústria nesta sexta-feira, 15, em todo o país.
- Serão aplicadas vacinas contra influenza, difteria e tétano (dT adulto), tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), hepatite B e febre amarela, em unidades industriais, unidades do SESI, unidades móveis e pontos estratégicos.
- A iniciativa faz parte de acordo de cooperação técnica para ampliar o acesso à imunização diretamente nos ambientes de trabalho.
- A meta para este ano é superar 21 mil doses; em 2025 foram 19.735 doses aplicadas a trabalhadores da indústria.
- Autoridades ressaltam que levar a vacinação ao local de trabalho facilita o acesso, aumenta a adesão e fortalece a prevenção.
O Serviço Social da Indústria (Sesi) promove nesta sexta-feira 15 a vacinação de trabalhadores em indústrias de todo o país. A ação ocorre em parceria com o CN-SESI e o Ministério da Saúde, e acontece diretamente nos ambientes de trabalho. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal e fortalecer a prevenção.
A mobilização oferece vacinas contra influenza, dT (difteria e tétano), tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), hepatite B e febre amarela. O atendimento ocorre em unidades industriais, unidades do Sesi, unidades móveis e pontos definidos pelos Departamentos Regionais.
O programa integra o Acordo de Cooperação Técnica entre o Sesi e o Ministério da Saúde, visando facilitar o acesso à imunização dentro dos ambientes laborais e incentivar a adesão dos trabalhadores. A iniciativa busca tornar o cuidado com a saúde mais prático.
Alcance e impacto esperado
A meta para este ano é superar 21 mil doses aplicadas a trabalhadores da indústria em todo o país. Em 2025, a mobilização registrou 19.735 aplicações, segundo dados do Sesi.
A presidenta do Conselho Nacional de Saúde destacou que o Dia D aproxima políticas públicas de saúde da rotina ocupacional, ampliando o acesso à prevenção e contribuindo para a qualidade de vida no trabalho. O Ministério da Saúde reforçou a importância das vacinas na proteção coletiva.
O diretor do Programa Nacional de Imunizações ressaltou que as vacinas continuam entre as estratégias mais eficazes para reduzir casos graves, hospitalizações e mortes. A medida também busca reduzir a transmissão de agentes infecciosos no Brasil.
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