- Priscila Senna atingiu 1,5 bilhão de streams no Spotify e é a 10ª artista brasileira mais ouvida na plataforma.
- Aos 35 anos, com 24 de carreira, mantém o brega como marca e abriu o Carnaval do Recife em 2020 para cerca de 400 mil pessoas.
- Será a primeira cantora de brega a se apresentar no Rock in Rio, em setembro, marcado como momento histórico para o gênero.
- Em junho, estreia como capa de revista e se prepara para a melhor temporada de São João, com mais de 30 shows e uma produção de palco, figurino e cenário temática.
- A agenda inclui projetos de estúdio (EP), parceria com o produtor Márcio Arantes e shows na região nordeste, incluindo apresentação gratuita para fãs da periferia de Recife.
Priscila Senna atingiu 1,5 bilhão de streams no Spotify, marca que a coloca entre as dez artistas brasileiras mais ouvidas da plataforma. A cantora pernambucana de 35 anos soma 24 na carreira e se tornou referência do brega nacional sem abandonar o ritmo regional.
A trajetória da artista começou em Olinda, na periferia de Águas Compridas. Antes de chegar ao topo, integrou três bandas de brega de graça e trocou cachês baixos por oportunidades que impulsionaram o crescimento. O primeiro grande momento veio em 2012, com o DVD gravado no Recife.
Em 2020, abriu o Carnaval do Recife no Marco Zero, levando cerca de 400 mil pessoas ao palco principal. Em 2025, celebrou 15 anos como Musa com o DVD TBT da Musa, reforçando a identificação com o público feminino e o papel do brega na cena nacional.
Mudança de imagem
Com a rearticulação visual, Priscila ampliou o público ao abordar moda e figurinos. Investimentos em stylist e figurinos tornaram as apresentações mais destacáveis, sem perder o DNA do brega. A cantora destaca que a imagem é parte do desempenho.
Reconhecimento e palco nacional
A consolidada carreira levou a confirmações em grandes palcos. Priscila será a primeira artista do brega a se apresentar no Rock in Rio, em setembro, após o destaque no Carnaval do Marco Zero. O festival é visto como marco para o gênero.
Planos para o futuro
Para o restante do ano, a artista deve apostar em um projeto de estúdio, possivelmente um EP com seis faixas, em parceria com o produtor Márcio Arantes. Também planeja apresentações em Salvador e um show beneficente no Ibura, região da periferia de Recife, para levar música a quem não pode ir aos shows pagos.
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