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Roberta Campos revela feridas emocionais que moldaram nova fase artística

Roberta Campos lança álbum intimista, revela que dores familiares impulsionaram nova etapa e canções que funcionam como oração de cura

Roberta Campos — Foto: Lucas Seixas
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  • Roberta Campos, 48 anos, revelou em entrevista à Quem que o novo álbum Coisas de Viver a Dois revisita canções de forma mais íntima, abordando amor, sofrimento familiar e cura.
  • Todas as faixas a afetam, com a música Atento destacada como a mais pessoal, funcionando quase como uma oração para ressignificar traumas.
  • A cantora afirma que, mesmo diante das dificuldades, é possível seguir em frente ao reconhecer erros e olhar para si.
  • O refrão de Atento — Sou minha cura, já fui a ferida, sou minha cura, sou dona da minha vida — é visto como mantra que traz consciência sobre cura e responsabilidade pessoal.

Roberta Campos, 48 anos, vive uma fase de amadurecimento pessoal e artístico. Em conversa com a revista Quem, a cantora fala sobre o novo álbum Coisas de Viver a Dois e como as feridas emocionais influenciaram a sua caminhada criativa.

Ela revela que o repertório do álbum ganha voz a partir de experiências familiares, com foco em amor, cura e superação. Entre as faixas, destaque para Atento, que a autora considera uma das mais pessoais.

Segundo Roberta, todas as canções trazem uma emoção relevante para ela. A artista descreve a produção como uma revisita íntima de seus temas, buscando transformar dores em música de modo consciente.

A intérprete de Janeiro a Janeiro, parceria com Nando Reis, explica ainda que a obra funciona como um caminho de ressignificação. O processo envolve olhar para si e reconhecer erros para seguir adiante.

O refrão de Atento, Sou minha cura, já fui a ferida, sou dona da minha vida, é citado pela cantora como um mantra. A frase orienta o entendimento do processo de cura pessoal.

Sobre o novo álbum

Coisas de Viver a Dois aparece como continuidade da trajetória de Roberta, com canções que abordam superação e autoconhecimento. A artista faz a curadoria de um repertório mais íntimo e direto.

Em entrevista, Roberta reforça que a mudança de abordagem decorre da experiência de lidar com traumas familiares. A expectativa é apresentar uma produção coesa, conectada às emoções narradas.

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