- Peter Frampton disse a Page Six que ficou “catalogando” o cabelo enquanto ele ia desaparecendo.
- Ele contou que, durante a turnê de 1987 com David Bowie, o amigo sugeriu cortar o cabelo, ideia que ele recebeu de forma relutante.
- Pouco depois da turnê, o músico cortou o cabelo e mostrou o visual já sem os fios longos.
- Frampton está promovendo o documentário Frampton, que estreou no Tribeca Festival na noite de quinta-feira.
- Ele falou sobre ter sido diagnosticado com miopatia por corpos de inclusão (IBM) e lançou o álbum Carry The Light, co-escrito e produzido com o filho Julian, com participações de Sheryl Crow, H.E.R., Tom Morello e Graham Nash.
Peter Frampton revelou, em entrevista exclusiva, que ficou bastante aflito ao perceber a perda de seus cabelos e chegou a catalogá-los durante o processo de queda. A queda começou a incomodar quando ele já mantinha o visual longo há anos.
O músico ficou conhecido pela cabeleira loira, presente na capa do álbum ao vivo duplo de 1976, Frampton Comes Alive! Ele mencionou que chegou a anotar cada detalhe do processo de perda.
O que motivou a mudança foi a sugestão de David Bowie, seu amigo de longa data. Frampton seguia na turnê com Bowie em 1987, quando decidiu cortar os cabelos, algo que ele admite ter sido tardio.
Documentário Frampton
O artista, de 76 anos, está promovendo o documentário Frampton, que estreou no Tribeca Festival. O filme, dirigido por Rob Arthur, reúne imagens de arquivo, entrevistas e momentos de shows marcantes.
Frampton também abriu sobre o diagnóstico de Inclusion Body Myositis IBM, uma doença muscular rara e progressiva que afeta mobilidade e a habilidade de tocar guitarra. Ele enfatizou manter uma visão positiva diante da situação.
Além disso, Frampton lançou o álbum Carry The Light, coescrito e produzido com o filho Julian. A parceria inclui participações de Sheryl Crow, H.E.R., Tom Morello e Graham Nash, ampliando a diversidade de referências do projeto.
Entre na conversa da comunidade