- Joelma participou do Festival da Cunhã, em Manaus, horas antes de subir ao palco da Arena da Amazônia, no Amazonas.
- A cantora paraense é uma das atrações do festival, que reúne artistas como Santaella, Márcia Novo, George Japa e Chora Cachorro.
- A expectativa é de cerca de 40 mil pessoas; a arrecadação com a troca de alimentos por ingressos será destinada a comunidades indígenas e ribeirinhas.
- Em entrevista à revista Quem, Joelma destacou a importância do evento para a cultura nortista e o papel da organização de Isabelle Nogueira na promoção da região.
- A artista ressaltou que a visibilidade da Amazônia cresce no cenário cultural nacional e mundial, reforçando que a cultura nortista tem conquistado espaço.
Joelma participou de uma entrevista coletiva neste sábado, antes de subir ao palco na Arena da Amazônia, em Manaus. A cantora paraense, de 51 anos, integra o elenco do Festival da Cunhã, promovido para valorizar a região amazônica. Além dela, sobem ao palco artistas locais como Santaella, Márcia Novo e George Japa.
O festival, organizado por Isabelle Nogueira, tem entrada via troca de alimentos por ingressos. A expectativa é de cerca de 40 mil pessoas, com arrecadação destinada a comunidades indígenas e ribeirinhas da região. O objetivo é ampliar a visibilidade da cultura nortista no país.
Joelma destacou, em conversa com a imprensa, a importância do evento para a promoção da cultura amazônica e para ampliar o alcance artístico da região. Ela ressaltou o papel das lideranças locais na criação de espaços de expressão cultural.
A artista relembrou a trajetória de inserção no cenário nacional, afirmando que houve preconceito inicial, mas que a cultura do Norte ganhou espaço por meio de resistência e qualidade. A narrativa de superação é lembrada pela própria cantora como parte da sua carreira.
Segundo Joelma, o Norte vem conquistando espaço no cenário global, com a visibilidade da Amazônia ampliando oportunidades para artistas locais. Ela enfatizou o orgulho de representar a região em eventos de grande expressão.
Ao concluir, a cantora reafirmou a satisfação de ter contribuído para esse movimento cultural ao longo dos anos, destacando que o sonho de ampliar a presença da cultura nortista já foi alcançado.
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