- Vídeo gravado em junho de 2007 mostra Eliana cantando “Vai tomar no cu” durante o espetáculo de comédia “Nunca se Sábado” em São Paulo, inspirado no formato do programa estadunidense “Saturday Night Light”; participaram Selton Mello e Paulo Henrique Amorim.
- O registro ficou conhecido como um dos primeiros virais do YouTube, com a plateia reagindo aplaudindo quando a apresentadora soltou o palavrão.
- A cena ganhou repercussão também porque Eliana havia se separado há poucos meses de Edu Guedes, e os personagens retratados na esquete incluíam um chef de cozinha e um publicitário.
- Em 2022, Eliana afirmou que o vídeo foi “divisor de águas”, sem ter sido uma jogada de marketing, destacando que a peça era disruptiva e ocorria tarde da noite.
- Recentemente, o registro voltou a viralizar, com o contexto da peça sendo explicado para o público e reforçando o caráter histórico do episódio.
O vídeo que mostra a apresentadora Eliana cantando a música Vai tomar no cu voltou a ganhar circulação nas redes após quase 20 anos. O registro mostra Eliana no palco, durante o espetáculo de comédia Nunca se Sábado, gravado em junho de 2007. A performance ficou marcada pela honestidade do improviso e pela repercussão entre o público.
O material faz parte de uma apresentação de humor ligada ao grupo e aos esquetes do espetáculo, inspirado no formato Saturday Night Live. Além de Eliana, participaram Selton Mello e Paulo Henrique Amorim, em cenas que misturavam crítica social e paródia de situações do cotidiano.
A cena gerou curiosidade por ter sido veiculada em uma época em que os celulares ainda eram pouco usados para registro de vídeos virais. Na época, a entrega da piada resultou em risos e aplausos da plateia, com a atriz exibindo desinibição típica do formato.
Eliana voltou a comentar o episódio em 2022, em entrevista ao podcast Quem Pode, Pod. Ela afirmou que o registro não teve intenção de marketing e reconheceu o impacto positivo do momento, denominado por ela como divisor de águas na carreira.
Sobre o contexto, a apresentadora explicou que a peça era disruptiva e reunia figuras públicas para situações cênicas rápidas, muitas vezes em horários tardios. A repercussão do vídeo originou debates sobre liberdade de expressão e limites do humor na televisão.
A partir do registro, a produção do programa e a carreira da artista passaram a ser associadas a um período de transição, marcado pela aproximação de públicos diferentes e pela experimentação de formatos que iam além do entretenimento infantil. A reportagem reforça a veracidade do material, sem desmentidos oficiais até o momento.
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