- Dino d’Santiago une-se a Criolo e Amaro Freitas para lançar o álbum Criolo, Amaro & Dino, considerado um dos grandes de 2026.
- O disco ganhou versão em vinil pela gravadora Três Selos Rocinante, com capa criada por Vik Muniz.
- A obra mescla crioulo cabo-verdiano, português, francês e inglês, incluindo o ritmo funaná e explorando resistência, espiritualidade e ancestralidade.
- Dino descreve o encontro como “o encontro de três almas afrodiaspóricas” e destaca a conexão entre culturas e a musicalidade orgânica em tempos digitais.
- O músico português afirma ter se aprofundado nas expressões artísticas brasileiras e na experiência da população negra, levando riqueza do Brasil à diáspora.
Dino d’Santiago, músico português de ascendência cabo-verdiana, lança em 2026 o álbum Criolo, Amaro & Dino, com a participação de Criolo e Amaro Freitas. A obra chega em vinil pela gravadora Três Selos Rocinante, com capa assinada por Vik Muniz.
Em entrevista à CartaCapital, o artista fala sobre o encontro de três artistas que representam tradições afrodiaspóricas. Ele descreve o projeto como um trabalho que une vidas, músicas e circuitos culturais diferentes.
O disco reúne texturas de crioulo cabo-verdiano, português, francês e inglês, além do ritmo funaná. Dino destaca a presença do piano de Amaro Freitas e do rap de Criolo como pilares do som.
Segundo Dino, o encontro só foi possível graças a oportunidades oferecidas pela vida e pela música, que deram espaço para a união entre artistas de distintas trajetórias. Ele afirma que o projeto é o mais relevante de sua parceria com brasileiros.
O músico português ressalta ainda a influência de Criolo desde Nó na Orelha (2011), apontando o álbum como marco que o levou a explorar sua identidade africana na diáspora europeia.
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