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Dez alter egos mais estranhos de músicos

Artistas adotam alter egos icônicos, mostrando como identidades encobertas impulsionaram carreiras e geraram controvérsias no cenário musical

The Ten Weirdest Music Alter Egos of All Time
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  • Ziggy Stardust, criação de David Bowie (peaked em 1972), álbum conceitual que lançou um rock star alienígena e mudou a carreira do artista.
  • Dr. Octagon, alter ego de Kool Keith (peak 1996), persona de cientista maluco de Júpiter em o álbum conceitual Dr. Octagonecologyst.
  • Chris Gaines, identidade fictícia de Garth Brooks (1999), projeto musical e livro de capa, com álbum e planos de filme que se tornou um dos maiores fracassos da sua carreira.
  • Jo Calderone, alter ego de Lady Gaga (apareceu com destaque em 2010–2011), homem com estilo greaser que apresentou-se no MTV Video Music Awards de 2011.
  • The Traveling Wilburys, supergrupo formado por George Harrison, Bob Dylan, Tom Petty, Roy Orbison e Jeff Lynne (1988), criado como banda de alter ego para renovar a inspiração musical.

Recentemente, a controvérsia envolvendo o cantor do TikTok Mr. Fantasy e o ator de Riverdale, KJ Apa, reacendeu o debate sobre alter egos na música. Apa acusou o artista de roubo de identidade, em video postado nas redes. O caso evidencia como artistas recorrem a personas distintas para explorar novas possibilidades criativas.

Alter egos sempre existiram na música, muitas vezes servindo para explorar estilos ou narrativas diferentes. A lista a seguir reúne dez dos alter egos mais inusitados e marcantes, que ganharam espaço na história da indústria.

Ziggy Stardust

David Bowie criou Ziggy Stardust, uma estrela de rock alienígena com cabelo laranja, capaz de revitalizar sua própria carreira. Em 1972, a performance de Starman em Londres consolidou o conceito. O personagem abriu caminho para a identidade performática de Bowie.

Dr. Octagon

Kool Keith lançou uma figura de cientista maluco de Júpiter, Dr. Octagon, em 1996. O álbum *Dr. Octagonecologyst* mescla humor sombrio e experimentalismo da era, produzido por Dan the Automator, marcando o auge de sua discografia.

Chris Gaines

Garth Brooks criou Chris Gaines, roqueiro fictício, em 1999, para um projeto paralelo acompanhado de filme. A empreitada gerou enorme expectativa, mas o álbum vendeu pouco, tornando-se um dos maiores fracassos de sua carreira.

Jo Calderone

Lady Gaga apresentou Jo Calderone como alter ego masculino ao vivo, em 2011, durante o VMAs. O personagem apareceu em clipes e performances, explorando questões de gênero. Gaga posteriormente encerrou a persona.

Camille

Prince adotou Camille, uma persona feminina que gravou um álbum dedicado a essa voz, com faixas como Housequake e If I Was Your Girlfriend. O material acabou integrado ao álbum Sign o’ the Times, revelando vulnerabilidade no artista.

Bobby Digital

RZA, líder do Wu-Tang Clan, lançou Bobby Digital no final dos anos 90. A persona mistura ficção, fantasia e elementos de ficção científica, abrindo espaço para narrativas mais ousadas no hip hop.

Nathaniel Hornblower

Beastie Boys contou com Nathaniel Hornblower, um diretor de cinema fictício que apareceu no videoclipe e em aparições públicas. O alter ego trouxe humor e uma quebra de expectativa na época.

Percy Thrillington

Paul McCartney criou Percy Thrillington para registrar uma versão instrumental de Ram, em 1971. A identidade secreta abriu caminho para outras experiências do músico, incluindo projetos como The Fireman.

The Traveling Wilburys

George Harrison, Bob Dylan, Tom Petty, Roy Orbison e Jeff Lynne formaram os Wilburys como grupo fictício. A parceria improvável resultou em faixas icônicas, com o peso de cinco estrelas da indústria.

MF DOOM

MF DOOM adotou uma máscara de vilão e várias identidades, como Viktor Vaughn e King Geedorah. O enigma em torno de sua persona marcou o hip hop desde 1999, tornando-o referência de anonimato artístico.

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